Falar a uma só voz
As disputas partidárias devem ser deixadas para segundo plano no Congresso sobre o Alentejo, que se realiza no início do próximo ano, considera o PCP.
O Governo compromete importantes projectos para o Alentejo
A Direcção Regional do Alentejo do PCP está empenhada em que o próximo Congresso sobre o Alentejo constitua um importante fórum de debate das grandes questões da região e de procura de respostas para os problemas da região e de linhas de intervenção convergentes «que permitam ao Alentejo falar a uma só voz». Em sua opinião, a «situação gravíssima que vivemos» e que «os mais recentes indicadores económicos demonstram» exigem a distinção «entre a disputa democrática entre partidos com projectos e programas diferentes» e os «necessários e indispensáveis entendimentos e convergências» pelo desenvolvimento económico da região. Com vista a alcançar estes objectivos, a DRA apela a todos os militantes para que participem activamente na preparação do Congresso.
Entretanto, a DRA acusa o governo do PSD/PP de, tal como o Governo do PS, «persistir no boicote» à aprovação das candidaturas dos sistemas intermunicipais apresentados por várias Associações de Municípios do Alentejo, comprometendo assim a resolução de graves problemas de abastecimento de água a dezenas de populações.
De acordo com o PCP, o Governo quer impor comparticipações dos fundos comunitários muito inferiores aos admitidos pela União Europeia e atribuídos a outros sistemas, apesar de o Alentejo ser uma região muito deprimida e de os seus municípios não disporem de receitas próprias.
De facto, acusam os comunistas, o Governo tem uma dualidade de critérios no tratamento de candidaturas, conforme elas se insiram em projectos intermunicipais «que abrem portas à privatização» ou em projectos intermunicipais assumidos pelas autarquias. Exigem, por isso, do Governo uma «mudança radical de comportamento» e que aprove urgentemente as candidaturas apresentadas pelas autarquias, com a garantia do financiamento máximo permitido pela União Europeia.
Évora
A Direcção da Organização Regional de Évora, por sua vez, analisou a situação do poder local e a obra que está a ser desenvolvida nos concelhos e freguesias de maioria CDU. Uma obra que a DOREV considera de grande importância, «apesar da situação muito adversa criada» pela política do Governo, designadamente o estrangulamento financeiro imposto às autarquias. Quando em situação de minoria, a CDU enfrenta também as dificuldades resultantes da falta de informação por parte das maiorias do PS mas, apesar disso, tem contribuído e influenciado as decisões que visam defender o bem estar das populações.
O PCP chama, entretanto, a atenção para a «crescente arrogância» do Partido Socialista que, «de forma sistemática e por vezes caluniosa» faz do PCP o seu principal adversário. Assim aconteceu nas Câmaras de Évora e de Montemor, onde os eleitos do PS (neste último caso, com a capa de «movimento»), expressaram ainda grande falta de respeito «pelas diferentes opiniões, numa sã convivência de afirmação democrática».
Entretanto, a DRA acusa o governo do PSD/PP de, tal como o Governo do PS, «persistir no boicote» à aprovação das candidaturas dos sistemas intermunicipais apresentados por várias Associações de Municípios do Alentejo, comprometendo assim a resolução de graves problemas de abastecimento de água a dezenas de populações.
De acordo com o PCP, o Governo quer impor comparticipações dos fundos comunitários muito inferiores aos admitidos pela União Europeia e atribuídos a outros sistemas, apesar de o Alentejo ser uma região muito deprimida e de os seus municípios não disporem de receitas próprias.
De facto, acusam os comunistas, o Governo tem uma dualidade de critérios no tratamento de candidaturas, conforme elas se insiram em projectos intermunicipais «que abrem portas à privatização» ou em projectos intermunicipais assumidos pelas autarquias. Exigem, por isso, do Governo uma «mudança radical de comportamento» e que aprove urgentemente as candidaturas apresentadas pelas autarquias, com a garantia do financiamento máximo permitido pela União Europeia.
Évora
A Direcção da Organização Regional de Évora, por sua vez, analisou a situação do poder local e a obra que está a ser desenvolvida nos concelhos e freguesias de maioria CDU. Uma obra que a DOREV considera de grande importância, «apesar da situação muito adversa criada» pela política do Governo, designadamente o estrangulamento financeiro imposto às autarquias. Quando em situação de minoria, a CDU enfrenta também as dificuldades resultantes da falta de informação por parte das maiorias do PS mas, apesar disso, tem contribuído e influenciado as decisões que visam defender o bem estar das populações.
O PCP chama, entretanto, a atenção para a «crescente arrogância» do Partido Socialista que, «de forma sistemática e por vezes caluniosa» faz do PCP o seu principal adversário. Assim aconteceu nas Câmaras de Évora e de Montemor, onde os eleitos do PS (neste último caso, com a capa de «movimento»), expressaram ainda grande falta de respeito «pelas diferentes opiniões, numa sã convivência de afirmação democrática».