PCP mobiliza para jornada da CGTP
Vários organismos e células do PCP estão a mobilizar os trabalhadores para a jornada nacional de luta da CGTP, que decorre no próximo sábado, dia 29. Consideram os comunistas que só uma forte resposta de luta por parte dos trabalhadores conseguirá suster a ofensiva do Governo e do patronato.
A célula do PCP no Metropolitano de Lisboa, que considera esta jornada «mais um marco importantíssimo na luta e resistência dos trabalhadores contra a política reaccionária e antilaboral deste Governo», apela a todos trabalhadores da empresa para que participem massivamente na jornada. Para além da oposição à política geral seguida pelo Governo, os trabalhadores desta empresa levam à manifestação de sábado o seu repúdio pelas sucessivas reestruturações, que «têm por objectivo principal a criação de condições para uma mais fácil entrega aos grupos privados». Os comunistas acusam a administração – e o Governo, que a sustenta – de abandonar áreas e serviços essenciais ao funcionamento da empresa, como forma de prosseguir no caminho da privatização.
Também os comunistas que trabalham no Marriot Hotel, de Lisboa, apelam à participação dos seus colegas na manifestação do próximo sábado que, na capital, tem lugar às 15 horas no Rossio. A jornada de luta sucede no segundo dia de greve dos trabalhadores deste hotel. A paralisação tem como objectivo forçar a administração a arquivar os processos disciplinares instaurados a dois trabalhadores, sem qualquer motivo. Para os comunistas, estes actos inserem-se num conjunto mais largo de ofensivas que os trabalhadores da empresa têm sido alvo. Discriminações salariais, precarização dos vínculos de trabalho, falta de respeito pelos trabalhadores e repressão são algumas das práticas da administração, que se sente, afirma a célula comunista, incentivada pela política do Governo.
Também na Sumolis, os comunistas apelam à luta dos trabalhadores contra a arrogância patronal. O PCP denuncia uma autêntica vaga de processos disciplinares que têm ocorrido ultimamente na empresa. Trabalhadores que não são aumentados por estarem de baixa ou serem alvo de processos disciplinares e chefes autoritários são algumas das situações frequentes naquela empresa.
A célula do PCP no Metropolitano de Lisboa, que considera esta jornada «mais um marco importantíssimo na luta e resistência dos trabalhadores contra a política reaccionária e antilaboral deste Governo», apela a todos trabalhadores da empresa para que participem massivamente na jornada. Para além da oposição à política geral seguida pelo Governo, os trabalhadores desta empresa levam à manifestação de sábado o seu repúdio pelas sucessivas reestruturações, que «têm por objectivo principal a criação de condições para uma mais fácil entrega aos grupos privados». Os comunistas acusam a administração – e o Governo, que a sustenta – de abandonar áreas e serviços essenciais ao funcionamento da empresa, como forma de prosseguir no caminho da privatização.
Também os comunistas que trabalham no Marriot Hotel, de Lisboa, apelam à participação dos seus colegas na manifestação do próximo sábado que, na capital, tem lugar às 15 horas no Rossio. A jornada de luta sucede no segundo dia de greve dos trabalhadores deste hotel. A paralisação tem como objectivo forçar a administração a arquivar os processos disciplinares instaurados a dois trabalhadores, sem qualquer motivo. Para os comunistas, estes actos inserem-se num conjunto mais largo de ofensivas que os trabalhadores da empresa têm sido alvo. Discriminações salariais, precarização dos vínculos de trabalho, falta de respeito pelos trabalhadores e repressão são algumas das práticas da administração, que se sente, afirma a célula comunista, incentivada pela política do Governo.
Também na Sumolis, os comunistas apelam à luta dos trabalhadores contra a arrogância patronal. O PCP denuncia uma autêntica vaga de processos disciplinares que têm ocorrido ultimamente na empresa. Trabalhadores que não são aumentados por estarem de baixa ou serem alvo de processos disciplinares e chefes autoritários são algumas das situações frequentes naquela empresa.