Europa cria agência de armamento
Os ministros da Defesa da União Europeia chegaram a acordo sobre a criação de uma agência europeia de armamento, encarregando um grupo de especialistas da sua instalação efectiva até finais de 2004.
A decisão dos ministros foi tomada na segunda-feira, 17, em Bruxelas, com o objectivo de facilitar a investigação e as compras conjuntas no sector do armamento, evitando «a duplicação de meios entre os vários estados-membros», como referiu em conferência de imprensa o ministro da Defesa da Itália, António Martino.
Este responsável adiantou ainda que a UE despende em defesa 50 por cento do que gastam os Estados Unidos, mas obtém apenas 10 por cento da sua capacidade.
Segundo fonte portuguesa, citada pela Agência Lusa, Lisboa defendeu no encontro o carácter intergovernamental da nova instituição, o que significa que as decisões na área da aquisição de equipamentos comuns e desenvolvimento de capacidade de defesa devem ser tomadas com o acordo de todos os países.
O mesmo já não acontece quanto a decisões na área da investigação e desenvolvimento de novos equipamentos que poderão ser tomadas por maioria qualificada de estados-membros, refere a mesma agência noticiosa.
A decisão dos ministros foi tomada na segunda-feira, 17, em Bruxelas, com o objectivo de facilitar a investigação e as compras conjuntas no sector do armamento, evitando «a duplicação de meios entre os vários estados-membros», como referiu em conferência de imprensa o ministro da Defesa da Itália, António Martino.
Este responsável adiantou ainda que a UE despende em defesa 50 por cento do que gastam os Estados Unidos, mas obtém apenas 10 por cento da sua capacidade.
Segundo fonte portuguesa, citada pela Agência Lusa, Lisboa defendeu no encontro o carácter intergovernamental da nova instituição, o que significa que as decisões na área da aquisição de equipamentos comuns e desenvolvimento de capacidade de defesa devem ser tomadas com o acordo de todos os países.
O mesmo já não acontece quanto a decisões na área da investigação e desenvolvimento de novos equipamentos que poderão ser tomadas por maioria qualificada de estados-membros, refere a mesma agência noticiosa.