Prisão para corruptos
O Tribunal Correccional de Paris condenou a penas de prisão entre os quatro e os cinco anos três antigos dirigentes da empresa petrolífera francesa Elf, por apropriamento indevido de dinheiros do Estado.
A sentença, lida na quarta-feira, 12, foi considerada exemplar e particularmente dura para os três principais arguidos: o antigo presidente da Elf, Loik Le Floch-Prigent, o antigo director dos assuntos gerais do grupo, Alfred Sirven, e o ex-director do grupo Elf em África, André Tarallo.
Os dois primeiros foram condenados a cinco anos de prisão e ao pagamento de multas no valor de 357 mil euros e de um milhão de euros, respectivamente, enquanto que Tarollo foi condenado a quatro anos de prisão e ao pagamento de uma multa de dois milhões de euros.
Os três responsáveis foram acusados de terem desviado para benefício próprio, entre 1989 e 1993, cerca de 300 milhões de euros das contas do grupo petrolífero na altura sob controlo do estado francês.
Durante o julgamento, iniciado a 17 de Março passado, foram relatadas várias práticas de corrupção de políticos de vários países, nomeadamente da Alemanha, Espanha, Angola, Gabão e Camarões.
A sentença, que condenou 30 dos 37 envolvidos no processo, nas suas cerca de 600 páginas, determina quase 19 milhões de euros em multas e descreve as comissões milionárias recebidas ilegalmente pelos dirigentes da petrolífera em troca de contratos firmados com numerosos países.
A sentença, lida na quarta-feira, 12, foi considerada exemplar e particularmente dura para os três principais arguidos: o antigo presidente da Elf, Loik Le Floch-Prigent, o antigo director dos assuntos gerais do grupo, Alfred Sirven, e o ex-director do grupo Elf em África, André Tarallo.
Os dois primeiros foram condenados a cinco anos de prisão e ao pagamento de multas no valor de 357 mil euros e de um milhão de euros, respectivamente, enquanto que Tarollo foi condenado a quatro anos de prisão e ao pagamento de uma multa de dois milhões de euros.
Os três responsáveis foram acusados de terem desviado para benefício próprio, entre 1989 e 1993, cerca de 300 milhões de euros das contas do grupo petrolífero na altura sob controlo do estado francês.
Durante o julgamento, iniciado a 17 de Março passado, foram relatadas várias práticas de corrupção de políticos de vários países, nomeadamente da Alemanha, Espanha, Angola, Gabão e Camarões.
A sentença, que condenou 30 dos 37 envolvidos no processo, nas suas cerca de 600 páginas, determina quase 19 milhões de euros em multas e descreve as comissões milionárias recebidas ilegalmente pelos dirigentes da petrolífera em troca de contratos firmados com numerosos países.