E os 30 mil contos da EPPET pública?
A Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP reagiu anteontem ao «silêncio estranho» do ministro da Educação, relativamente ao «processo nada claro de privatização desta notável escola pública». A DORL distribuiu uma nota à comunicação social, chamando a atenção para o facto de que, quase duas semanas passadas desde que o Avante! denunciou, entre outros aspectos, a existência de uma conta bancária com um saldo de 30 mil contos, que não figura no inventário nem no protocolo de cedência da Escola Profissional Pública de Electrónica e Telecomunicações ao grupo Ensinus, mas que está a ser movimentada pela EPET privada.
«Face à gravidade de tal acusação, era impensável que o ministro da Educação, pelo seu envolvimento directo, se metesse a este estranho silêncio», comenta a DORL, que considera «ser das mais elementares regras éticas e políticas o cabal esclarecimento público do tenebroso processo de privatização da EPPET e, em particular, o valor monetário de todos os equipamentos cedidos, bem como a explicação clara do destino que tiveram os referidos 30 mil contos da EPPET, existentes em 31 de Julho de 2002 na sua conta bancária, no balcão de Telheiras da Caixa Geral de Depósitos».
Também Bernardino Soares apresentou na AR um requerimento, solicitando a David Justino informação acerca da existência daquele saldo e do seu eventual destino, bem como dos motivos por que não foi mencionado no protocolo de cedência da escola ao grupo privado.
«Face à gravidade de tal acusação, era impensável que o ministro da Educação, pelo seu envolvimento directo, se metesse a este estranho silêncio», comenta a DORL, que considera «ser das mais elementares regras éticas e políticas o cabal esclarecimento público do tenebroso processo de privatização da EPPET e, em particular, o valor monetário de todos os equipamentos cedidos, bem como a explicação clara do destino que tiveram os referidos 30 mil contos da EPPET, existentes em 31 de Julho de 2002 na sua conta bancária, no balcão de Telheiras da Caixa Geral de Depósitos».
Também Bernardino Soares apresentou na AR um requerimento, solicitando a David Justino informação acerca da existência daquele saldo e do seu eventual destino, bem como dos motivos por que não foi mencionado no protocolo de cedência da escola ao grupo privado.