Manobras demagógicas em Alcochete
«Só por desfaçatez política se vem agora perguntar aos eleitos da CDU se concordam com a reposição do percurso e da correspondente recolocação das paragens dos transportes colectivos de passageiros, uma vez que esses eleitos, estiveram, desde o início, contra a infeliz e inábil deliberação tomada pelo PS», afirmam os eleitos do PCP na Assembleia Municipal de Alcochete, em declaração de voto, enviada no passado mês ao jornal Avante!.
Segundo os mesmos, e já na altura, as medidas aprovadas pelo Executivo PS iriam causar grandes transtornos à esmagadora maioria da população utente dos transportes públicos, sendo também claro, «que a decisão esbarrava contra a doutrina, que é actualmente consensual, de defesa do ambiente urbano que manda privilegiar os transportes colectivos em desfavor dos privados».
Entretanto, a Câmara Municipal de Alcochete fez exactamente o contrário, desprezando os alertas e os conselhos dos comunistas locais. «Mais grave ainda: fez arrastar o processo desnecessariamente, apesar dos justos protestos de muitas centenas de munícipes que, oralmente ou por escrito, evidenciaram erro cometido.
Finalmente, «ostentando profunda hipocrisia» o presidente da autarquia revogou, a cinco dias da reunião de Câmara, deliberação do colectivo.«É claro que se trata, nem mais nem menos, de um eminente abuso de poder, na esteira, aliás, de outros despachos tomados anteriormente nas costas do órgão municipal.
Os eleitos da CDU, estando obviamente a favor da revogação da deliberação de 27/8/2003, não podendo dar o seu aval, - «nem sancionar os abusos que se configuram como uso de má fé, hipocrisia política e manobras demagógicas» -, votaram contra esta prática reiterada do presidente da edilidade.
Segundo os mesmos, e já na altura, as medidas aprovadas pelo Executivo PS iriam causar grandes transtornos à esmagadora maioria da população utente dos transportes públicos, sendo também claro, «que a decisão esbarrava contra a doutrina, que é actualmente consensual, de defesa do ambiente urbano que manda privilegiar os transportes colectivos em desfavor dos privados».
Entretanto, a Câmara Municipal de Alcochete fez exactamente o contrário, desprezando os alertas e os conselhos dos comunistas locais. «Mais grave ainda: fez arrastar o processo desnecessariamente, apesar dos justos protestos de muitas centenas de munícipes que, oralmente ou por escrito, evidenciaram erro cometido.
Finalmente, «ostentando profunda hipocrisia» o presidente da autarquia revogou, a cinco dias da reunião de Câmara, deliberação do colectivo.«É claro que se trata, nem mais nem menos, de um eminente abuso de poder, na esteira, aliás, de outros despachos tomados anteriormente nas costas do órgão municipal.
Os eleitos da CDU, estando obviamente a favor da revogação da deliberação de 27/8/2003, não podendo dar o seu aval, - «nem sancionar os abusos que se configuram como uso de má fé, hipocrisia política e manobras demagógicas» -, votaram contra esta prática reiterada do presidente da edilidade.