Autarquia entrega casa a desalojados dos incêndios
A Câmara Municipal da Chamusca entregou sábado uma casa nova a uma família que ficou desalojada depois dos incêndios que afectaram o concelho, em Agosto último, a primeira iniciativa do género em todo o país.
Três meses depois do incêndio, a habitação construída de raiz, um T1 em Pinheiro Grande, foi entregue à família de João Santos, que viu a casa original consumida pelas chamas.
«O fogo causou-nos demasiados problemas para ficarmos a chorar sem os resolver», salientou o autarca da Chamusca, Sérgio Carrinho, eleito pelo PCP, salientando que no dia 9 vai ser entregue outra habitação, encontrando-se ainda seis casas em obras e três a concurso.
«Todas as entidades corresponderam de forma eficaz às necessidades como prova a entrega da casa», explicou o autarca, embora manifestando receios quanto ao mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias e que poderá atrasar as obras.
«Não sabemos se conseguiremos manter este nível de execução, mas vamos tentar», afirmou.
De acordo com o responsável, todo este processo de realojamento das famílias deverá estar concluído em 30 de Abril de 2004, num investimento total estimado em 700 mil euros.
O recheio das habitações está assegurado pelas campanhas nacionais de solidariedade e a autarquia espera ainda o financiamento de cem mil euros para a reconstrução dos cerca de 50 pequenos anexos, destruídos pelas chamas.
Três meses depois do incêndio, a habitação construída de raiz, um T1 em Pinheiro Grande, foi entregue à família de João Santos, que viu a casa original consumida pelas chamas.
«O fogo causou-nos demasiados problemas para ficarmos a chorar sem os resolver», salientou o autarca da Chamusca, Sérgio Carrinho, eleito pelo PCP, salientando que no dia 9 vai ser entregue outra habitação, encontrando-se ainda seis casas em obras e três a concurso.
«Todas as entidades corresponderam de forma eficaz às necessidades como prova a entrega da casa», explicou o autarca, embora manifestando receios quanto ao mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias e que poderá atrasar as obras.
«Não sabemos se conseguiremos manter este nível de execução, mas vamos tentar», afirmou.
De acordo com o responsável, todo este processo de realojamento das famílias deverá estar concluído em 30 de Abril de 2004, num investimento total estimado em 700 mil euros.
O recheio das habitações está assegurado pelas campanhas nacionais de solidariedade e a autarquia espera ainda o financiamento de cem mil euros para a reconstrução dos cerca de 50 pequenos anexos, destruídos pelas chamas.