Orçamento anti-social sobe a plenário dia 4
Depois da sua apresentação ao Parlamento pela ministra Manuela Ferreira Leite, no passado dia 22, na comissão de Economia e Finanças, o Orçamento do Estado tem vindo a ser apreciado em reuniões de comissões com a presença de todos os ministros.
Concluída esta fase, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) serão submetidos ao debate em plenário, na generalidade, entre os dias quatro e seis da próxima semana.
Na sequência da aprovação das novas regras de discussão do Orçamento - que mereceram a discordância em alguns pontos do PCP e do BE -, na fase de discussão na generalidade, cada ministro só tem de comparecer por uma vez em sede de comissão.
Com a entrada em vigor da nova metodologia, cada ministro tem vindo a ser confrontado com os deputados da comissão de Economia e Finanças e os elementos da comissão da sua área de funções no Governo.
As votações na especialidade em comissão Parlamentar de Economia e Finanças ocorrerão nos dias 17 e 18 de Novembro, seguindo-se o debate em plenário nos dias 20 e 21.
O Orçamento do Estado recorde-se, foi já objecto das mais duras críticas do PCP. No Parlamento, numa primeira reacção, logo que foram conhecidas as suas linhas gerais, Lino de Carvalho acusou o Governo de «prosseguir uma política fiscal de desagravamento para as empresas e de aumento dos impostos para os trabalhadores», lembrando que «pelo terceiro ano consecutivo os trabalhadores por conta de outrem vão perder poder de compra».
«Em vez de contribuir para a recuperação da economia e aumento do emprego, vai agravar a crise que já existe», sublinhou na ocasião o deputado da bancada comunista, para quem este é um mau orçamento, defendendo, em alternativa, um orçamento de «dinamização da economia através de uma política de investimento público e de uma nova forma de redistribuição dos rendimentos».
Também o Comité Central, avaliando o documento, na sua última reunião realizada no passado dia 20, denunciou a acentuação de uma política de manutenção dos benefícios dos grandes grupos económicos por contraponto ao que classificou de «orçamento anti-social» e de ataque ao poder de compra e às condições de vida da generalidade dos portugueses.
Concluída esta fase, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) serão submetidos ao debate em plenário, na generalidade, entre os dias quatro e seis da próxima semana.
Na sequência da aprovação das novas regras de discussão do Orçamento - que mereceram a discordância em alguns pontos do PCP e do BE -, na fase de discussão na generalidade, cada ministro só tem de comparecer por uma vez em sede de comissão.
Com a entrada em vigor da nova metodologia, cada ministro tem vindo a ser confrontado com os deputados da comissão de Economia e Finanças e os elementos da comissão da sua área de funções no Governo.
As votações na especialidade em comissão Parlamentar de Economia e Finanças ocorrerão nos dias 17 e 18 de Novembro, seguindo-se o debate em plenário nos dias 20 e 21.
O Orçamento do Estado recorde-se, foi já objecto das mais duras críticas do PCP. No Parlamento, numa primeira reacção, logo que foram conhecidas as suas linhas gerais, Lino de Carvalho acusou o Governo de «prosseguir uma política fiscal de desagravamento para as empresas e de aumento dos impostos para os trabalhadores», lembrando que «pelo terceiro ano consecutivo os trabalhadores por conta de outrem vão perder poder de compra».
«Em vez de contribuir para a recuperação da economia e aumento do emprego, vai agravar a crise que já existe», sublinhou na ocasião o deputado da bancada comunista, para quem este é um mau orçamento, defendendo, em alternativa, um orçamento de «dinamização da economia através de uma política de investimento público e de uma nova forma de redistribuição dos rendimentos».
Também o Comité Central, avaliando o documento, na sua última reunião realizada no passado dia 20, denunciou a acentuação de uma política de manutenção dos benefícios dos grandes grupos económicos por contraponto ao que classificou de «orçamento anti-social» e de ataque ao poder de compra e às condições de vida da generalidade dos portugueses.