Jorge Sampaio desvaloriza reivindicações
Jorge Sampaio afirmou que «a questão das propinas vai e volta», durante uma conversa com jovens universitários europeus. Respondendo a uma pergunta de um jovem belga actualmente a estudar em Lisboa que dizia não compreender as desigualdades existentes em Portugal no pagamento de propinas e nos custos de educação, o Presidente da República declarou que se trata de uma questão «cíclica» e aconselhou-o a «não se preocupar com isso».
O encontro decorreu à margem da reunião entre os chefes de Estado de Portugal, Polónia, Letónia, Hungria, Finlândia e Alemanha, que teve lugar em Arraiolos, no domingo.
«Vamos sobreviver a mais esta crise», disse Sampaio, para quem os problemas essenciais se prendem «com a mobilidade entre os estudantes» europeus no âmbito do programa Erasmus e com a adopção de um sistema de equivalências entre cursos universitários. «O que importa é que um polaco que estude em Lisboa tenha depois o seu curso reconhecido quando regressar ao seu país», acrescentou.
Ricardo Rosado, dirigente da Associação de Estudantes da Universidade de Évora, considera que o Presidente da República «desvalorizou a luta dos estudantes». «Há quem não esteja a levar a sério a nossa luta a nível nacional. É preciso ter em conta que estamos perante uma aumento de propinas na ordem de 140 por cento», sublinhou.
O encontro decorreu à margem da reunião entre os chefes de Estado de Portugal, Polónia, Letónia, Hungria, Finlândia e Alemanha, que teve lugar em Arraiolos, no domingo.
«Vamos sobreviver a mais esta crise», disse Sampaio, para quem os problemas essenciais se prendem «com a mobilidade entre os estudantes» europeus no âmbito do programa Erasmus e com a adopção de um sistema de equivalências entre cursos universitários. «O que importa é que um polaco que estude em Lisboa tenha depois o seu curso reconhecido quando regressar ao seu país», acrescentou.
Ricardo Rosado, dirigente da Associação de Estudantes da Universidade de Évora, considera que o Presidente da República «desvalorizou a luta dos estudantes». «Há quem não esteja a levar a sério a nossa luta a nível nacional. É preciso ter em conta que estamos perante uma aumento de propinas na ordem de 140 por cento», sublinhou.