Quinta-feira, o dia das manifestações
Mais de dois mil estudantes manifestaram-se na passada quinta-feira em Lisboa, entre a Cidade Universitária e o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, na Estrada das Laranjeiras. Alguns de capa e batina, outros transportando livros e cadernos na mão, todos protestando contra as propinas e a Lei de Financiamento.
«Nem mínima, nem máxima», lia-se num cartaz do ISCTE, numa referência aos valores da propina, que podem variar entre 463 euros e 852 euros. Um pano do ISA completava: «Agronomia contra estas leis! Revogação já!»
Durante o percurso, na Avenida das Forças Armadas, foram vários os automóveis que apitaram para mostrar o seu apoio às reivindicações dos estudantes, que, incentivados, gritavam mais alto palavras de ordem como «Durão, Durão, agarra que é ladrão», «O ensino é um direito, com propinas nada feito» ou «Com este Governo andamos para trás».
No mesmo dia, Coimbra foi palco de outra manifestação com cerca de mil participantes. Entre o Largo D. Dinis e a Baixa da cidade, os estudantes foram parando em diversos locais durante alguns minutos para «descansar». O trânsito na Ponte de Santa Clara foi interrompido durante meia hora. Os alunos sentaram-se na estrada, em silêncio. «A mentira tem limites», lia-se num cartaz. Outra clamava que «A boa educação não tem preço».
Em declarações à imprensa, Vítor Hugo Salgado, presidente da Associação Académica de Coimbra, lamentou que a nova ministra do Ensino Superior, Maria da Graça Carvalho, «continue na íntegra a estratégia» do Governo.
Sem propina em Évora
Os estudantes da Universidade de Évora encerraram o principal edifício da instituição a cadeado, na manhã de segunda-feira, para evitar uma reunião do Senado destinada a fixar o valor das propinas. O objectivo foi cumprido: pouco depois das 10h00, a reunião foi adiada e a universidade reaberta.
«Os estudantes não querem aceitar esse valor de propinas. Estamos fartos e queremos respostas», afirmou à agência Lusa, Francisco Costa, o presidente da Associação de Estudantes.
A primeira reunião do Senado, a 1 de Outubro, foi suspensa por falta de quorum. O reitor, Manuel Ferreira Patrício propôs uma propina de 660 euros.
«Nem mínima, nem máxima», lia-se num cartaz do ISCTE, numa referência aos valores da propina, que podem variar entre 463 euros e 852 euros. Um pano do ISA completava: «Agronomia contra estas leis! Revogação já!»
Durante o percurso, na Avenida das Forças Armadas, foram vários os automóveis que apitaram para mostrar o seu apoio às reivindicações dos estudantes, que, incentivados, gritavam mais alto palavras de ordem como «Durão, Durão, agarra que é ladrão», «O ensino é um direito, com propinas nada feito» ou «Com este Governo andamos para trás».
No mesmo dia, Coimbra foi palco de outra manifestação com cerca de mil participantes. Entre o Largo D. Dinis e a Baixa da cidade, os estudantes foram parando em diversos locais durante alguns minutos para «descansar». O trânsito na Ponte de Santa Clara foi interrompido durante meia hora. Os alunos sentaram-se na estrada, em silêncio. «A mentira tem limites», lia-se num cartaz. Outra clamava que «A boa educação não tem preço».
Em declarações à imprensa, Vítor Hugo Salgado, presidente da Associação Académica de Coimbra, lamentou que a nova ministra do Ensino Superior, Maria da Graça Carvalho, «continue na íntegra a estratégia» do Governo.
Sem propina em Évora
Os estudantes da Universidade de Évora encerraram o principal edifício da instituição a cadeado, na manhã de segunda-feira, para evitar uma reunião do Senado destinada a fixar o valor das propinas. O objectivo foi cumprido: pouco depois das 10h00, a reunião foi adiada e a universidade reaberta.
«Os estudantes não querem aceitar esse valor de propinas. Estamos fartos e queremos respostas», afirmou à agência Lusa, Francisco Costa, o presidente da Associação de Estudantes.
A primeira reunião do Senado, a 1 de Outubro, foi suspensa por falta de quorum. O reitor, Manuel Ferreira Patrício propôs uma propina de 660 euros.