Greve termina com vitória
Depois 11 dias de greve, os sindicatos obtiveram um acordo que beneficia os cerca de 3500 trabalhadores de empresas contratadas e subcontratadas que prestam serviço no complexo petroquímico da Repsol YPF, em Puertollano.
As barricadas, que durante quase três semanas impediram o acesso às instalações, foram retiradas pelos trabalhadores na tarde de domingo, ao mesmo tempo que a polícia de intervenção abandonava o local.
O acordo estabelece um aumento de quatro euros por dia para os trabalhadores das empresas contratadas pela Repsol que trabalhem dentro do complexo e metade daquele valor para os que realizem trabalho fora das instalações da petroquímica.
O secretário regional das Comissones Obreras, Juan Antonio Mata valorizou o resultado da luta, «a mais importante dos últimos 50 anos», sublinhando que é inadmissível que a subcontratação de empresas sirva para gerar dividendos milionários à custa de pequenas firmas e dos seus trabalhadores».
O acordo entra em vigor já em 1 de Novembro e será revisto anualmente tendo em conta a evolução do índice de preços ao consumidor.
As barricadas, que durante quase três semanas impediram o acesso às instalações, foram retiradas pelos trabalhadores na tarde de domingo, ao mesmo tempo que a polícia de intervenção abandonava o local.
O acordo estabelece um aumento de quatro euros por dia para os trabalhadores das empresas contratadas pela Repsol que trabalhem dentro do complexo e metade daquele valor para os que realizem trabalho fora das instalações da petroquímica.
O secretário regional das Comissones Obreras, Juan Antonio Mata valorizou o resultado da luta, «a mais importante dos últimos 50 anos», sublinhando que é inadmissível que a subcontratação de empresas sirva para gerar dividendos milionários à custa de pequenas firmas e dos seus trabalhadores».
O acordo entra em vigor já em 1 de Novembro e será revisto anualmente tendo em conta a evolução do índice de preços ao consumidor.