Alternativas: são urgentes
Eis que, de repente, na esteira de uma sondagem, a comunicação social descobriu que os portugueses estão a ver com pessimismo e apreensão o seu futuro pessoal e o do país.
O 1º ;Ministro bem quis, nos seus discursos de reprise, mudar o disco da tanga, prometendo, lá para 2010, uma gravatinha para compôr a indumentária dos portugueses... se lhe derem os votos para se manter no poder. Mas já se viu no que dão as promessas de Barroso. O desemprego aumenta, os salários encolhem, os prewços e impostos sobem. Anuncia-se que a economia portuguesa recuou 2,3% no segundo trimestre deste ano e que vai continuar a “contrair-se”. E o Eurostat, num relatório agora divulgado, apresenta Portugal (e a Inglaterra!) como o país da EU com o mais profundo fosso entre os mais ricos e os mais pobres.
Têm pois os portugueses muitas e boas razões para estar apreensivos com o caminho que o país está seguir, sob a batuta do governo PSD-PP.
Mas a apreensão exige reflexão.
Este governo apresenta a curiosa mistura, num turvo cacharolete, de atitudes politicamente caceteiras de ex-MRPPistas e arrogâncias fascistoides do pauloportisto com os ranços de neo-salazarismo financistas do ferreiraleitismo., perfummados com o incenso da política (anti)social bagonista.
Parece incoerente, mas não é.
Visa, metódica e sistematicamente, desmantelar (em nome da “modernidade”!) as estruturas, direitos e garantias da democracia avançada que o povo português criou com o 25 de Abril.
O resultado está à vista.
Mas alternativas há. E as apreensões não se resolvem com o pessimismo. Não é com governos que em vez de governar o país só fazem a gestão dos interesses do capital que os problemas se resolvem. Antes se agravam.
É urgente mudar de rumo. O que impõe uma profunda reflexão de todos os que se preocupam com o futuro do país. E esse futuro não se inventa – constrói-se com actos concretos, com acções, luta, protesto e propostas. Que preparem e permitam as mudanças esperadas e merecidas que a grande maioria do povo português deseja.
Não podemos ficar suspensos do pessimismo. A nossa própria História tem comprovado o poder mobilizador de objectivos, projectos, sonhos, que incitem à invenção e mobilizem para a acção, em busca de resposta aos desafios do futuro, libertando as capacidades de iniciativa e criatividade existentes na sociedade portuguesa.
As alternativas constróiem-se – e elas são urgentes para sair do fosso criado pelas políticas de direita. E em Portugal não há alternativa que não tenha em conta a participação dos comunistas.
O 1º ;Ministro bem quis, nos seus discursos de reprise, mudar o disco da tanga, prometendo, lá para 2010, uma gravatinha para compôr a indumentária dos portugueses... se lhe derem os votos para se manter no poder. Mas já se viu no que dão as promessas de Barroso. O desemprego aumenta, os salários encolhem, os prewços e impostos sobem. Anuncia-se que a economia portuguesa recuou 2,3% no segundo trimestre deste ano e que vai continuar a “contrair-se”. E o Eurostat, num relatório agora divulgado, apresenta Portugal (e a Inglaterra!) como o país da EU com o mais profundo fosso entre os mais ricos e os mais pobres.
Têm pois os portugueses muitas e boas razões para estar apreensivos com o caminho que o país está seguir, sob a batuta do governo PSD-PP.
Mas a apreensão exige reflexão.
Este governo apresenta a curiosa mistura, num turvo cacharolete, de atitudes politicamente caceteiras de ex-MRPPistas e arrogâncias fascistoides do pauloportisto com os ranços de neo-salazarismo financistas do ferreiraleitismo., perfummados com o incenso da política (anti)social bagonista.
Parece incoerente, mas não é.
Visa, metódica e sistematicamente, desmantelar (em nome da “modernidade”!) as estruturas, direitos e garantias da democracia avançada que o povo português criou com o 25 de Abril.
O resultado está à vista.
Mas alternativas há. E as apreensões não se resolvem com o pessimismo. Não é com governos que em vez de governar o país só fazem a gestão dos interesses do capital que os problemas se resolvem. Antes se agravam.
É urgente mudar de rumo. O que impõe uma profunda reflexão de todos os que se preocupam com o futuro do país. E esse futuro não se inventa – constrói-se com actos concretos, com acções, luta, protesto e propostas. Que preparem e permitam as mudanças esperadas e merecidas que a grande maioria do povo português deseja.
Não podemos ficar suspensos do pessimismo. A nossa própria História tem comprovado o poder mobilizador de objectivos, projectos, sonhos, que incitem à invenção e mobilizem para a acção, em busca de resposta aos desafios do futuro, libertando as capacidades de iniciativa e criatividade existentes na sociedade portuguesa.
As alternativas constróiem-se – e elas são urgentes para sair do fosso criado pelas políticas de direita. E em Portugal não há alternativa que não tenha em conta a participação dos comunistas.