«Bizarro»
Continuou, no dia 3, a discussão sobre o novo modelo de governação da Lusa, com uma audição à comissão de trabalhadores (CT) da agência.
Pedro Sousa Pereira considerou que a «situação é grave e complexa». O membro da CT criticou a obrigatoriedade de o director de informação (DI) prestar contas à AR, o que pode levantar «problemas de auto-censura».
Alfredo Maia apontou como «bizarro» o facto de o Governo impor obrigações ao Parlamento (eleger membros do conselho consultivo e ouvir a administração e o DI da Lusa) sem que este novo modelo fosse aprovado pelos deputados.




