101 anos assinalados na Quinta da Atalaia

O 101.º aniversário do PCP foi comemorado pelos camaradas da estrutura central do Partido, na segunda-feira, 21, com almoço na Quinta da Atalaia.

Não houve e não há avanço que não tenha contado com o PCP

A iniciativa, que habitualmente decorre na sede do Partido, voltou, este ano, a ser realizada no refeitório da Festa do Avante!. Presentes estiveram mais de uma centena de camaradas que trabalham ou colaboram na estrutura central do Partido e na Festa do Avante!, os quais, depois do almoço de aniversário e antes de cantarem, em uníssono, o «Avante camarada» e «A internacional», ouviram a intervenção política.

Carina Castro, da Comissão Política do Comité Central começou por sublinhar a história ímpar deste Partido «em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, pela liberdade, a democracia, o progresso social, a paz e a independência nacional». Sinalizou, nesse sentido, o papel desempenhado pelos comunistas na resistência ao fascismo, na Revolução de Abril e as suas realizações, na consolidação e consagração do regime democrático, no combate à contra-revolução e à política de direita», assumindo-se, sempre e também hoje, como «o Partido das grandes causas e de todos os combates contra a exploração, a opressão e as desigualdades, as discriminações, o racismo e a xenofobia; o Partido da solidariedade internacionalista, da paz, amizade e cooperação com todos os povos».

É por isso justo realçar que «não houve e não há avanço, conquista, progresso que não tenha contado com o PCP(…). «Por isso dizemos que o futuro tem Partido: porque são os seus ideais e projecto o futuro e não o capitalismo», prosseguiu a dirigente comunista, antes de acusar o sistema de ser responsável pelo agravamento da miséria e das desigualdades no plano global. Depois de explicar que a guerra em curso na Ucrânia não serve os povos ucraniano, russo e da Europa e a quem verdadeiramente serve, de reiterar a denúncia do PCP à sua instigação e continuação, reafirmou que o Partido assinala o seu 101.º aniversário «determinado a lutar pelo projecto alternativo».

Objectivo que, no imediato, passa pela ruptura com a política de direita e pela afirmação da política patriótica e de esquerda; que se constrói na concretização da consigna «contigo todos os dias» e nas acções de massas convocadas para 31 de Março (jovens trabalhadores), 25 de Abril e 1 de Maio; que precisa de um Partido mais forte, «alicerçado no seu ideal e na sua ideologia, o marxismo-leninismo, na ligação à classe operária, aos trabalhadores e ao povo», concluiu.

Além desta iniciativa, as organizações do PCP estão a promover dezenas de outras semelhantes para assinalar o 101.º aniversário do Partido.



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