AR homenageia Roland Weyl

O Parlamento aprovou, por unanimidade, um voto de pesar pelo falecimento do advogado e militante comunista francês Roland Weyl, que se destacou no apoio e solidariedade para com os presos e exilados políticos portugueses durante a ditadura fascista.

Roland Weyl, que morreu em 20 de Abril aos 102 anos, era presidente honorário da Associação Internacional de Juristas Democratas (AIJD), foi proibido de exercer advocacia durante a ocupação nazi de França, tendo aderido ao Partido Comunista Francês em 1946.

Recordada no voto foi a sua presença, em 1962, no julgamento do dirigente comunista Octávio Pato, no tribunal plenário, na sequência do qual denunciou a falta de liberdade dos advogados na defesa dos presos políticos.

Em 2018, prestes a fazer 100 anos, ainda participou, em Lisboa, numa reunião da AIJD.



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