Valorizar a I&D

LUSA

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Depois da irresponsável política de desinvestimento em I&D levada a cabo no consulado de Passos e Portas – uma queda de mais de 200 milhões de euros anuais –, para o PCP é fundamental que tenha início uma política de investimento público em I&D e Ensino Superior, independentemente do investimento privado, que «valorize e qualifique o sistema». Disse-o Miguel Tiago, para quem é igualmente urgente que se clarifique o «papel das unidades de investigação, dos Laboratórios Associados, dos Laboratórios do Estado, e das Universidades e Politécnicos», conferindo ao mesmo tempo a «todos estes pilares do sistema os meios necessários para que cumpram a missão definida».

«Também a política de trabalho e contratação no sector tem de ser alvo de uma profunda modificação», reclamou, defendendo, noutro plano, um imprescindível reforço da acção social escolar, tendo em conta a insuficiência de resposta a este nível, com estudantes a endividarem-se muitas vezes perante a banca para ter acesso aos estudos, outros a serem excluídos, outros ainda a abandonarem-os, e muitos outros a «nem já sonharem em aceder ao Superior».




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