Prioridade à organização e intervenção
Questão essencial para o reforço do Partido, as assembleias das organizações partidárias continuam a ter lugar um pouco por todo o País.
O reforço do Partido é objectivo estratégico essencial
«Reforçar o Partido, Avançar com a Luta» foi o lema da 15.ª Assembleia da Organização Concelhia de Cascais do PCP, realizada no sábado, 18, no auditório da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana. Nesta assembleia, em que participaram mais de 80 delegados, fez-se o balanço do trabalho realizado pela organização nos últimos dois anos e definiu-se as orientações gerais para o trabalho futuro no concelho. Destaque especial mereceu, nesta última questão, a concretização das linhas definidas pelo XIX Congresso e pelo Comité Central para o reforço da organização e intervenção do Partido, em especial nas empresas e locais de trabalho, e a acção partidária visando o alargamento da frente social de luta contra a política de direita e pela alternativa patriótica e de esquerda.
A proposta de resolução política, contendo a análise sobre a situação social e económica do concelho e as propostas e objectivos do Partido, foi aprovada por unanimidade. Já a nova Comissão Concelhia mereceu apenas um voto contra e uma abstenção, espelhando uma grande unidade. Por unanimidade foi ainda aprovada uma moção intitulada «Derrotar o Governo e a política de direita, pela construção de uma política patriótica e de esquerda», que reassume o compromisso de intensificar a luta de massas contra a política de direita e, dessa forma, travar a destruição do País.
Na sessão de encerramento interveio João Oliveira, da Comissão Política, que abordou as principais questões da situação política e social e, em particular, o Orçamento do Estado para 2015. À semelhança dos anteriores, e desmentindo toda a propaganda feita pelo Governo, este OE confirma os principais eixos da política que tem sido imposta ao País, colocando-se ao lado do grande capital e dos grupos económicos, ao mesmo tempo que agrava as condições de vida dos trabalhadores e do povo, roubando nos salários e pensões e atacando as funções sociais do Estado e os serviços públicos.
Organização para intervir
Uma semana antes foi a vez da organização concelhia da Amadora realizar a sua 11.ª assembleia, na qual marcaram presença uma centena de delegados e dezenas de convidados. À semelhança do que sucedera na fase preparatória, esteve presente na assembleia a necessidade premente de reforçar a organização do Partido e a sua intervenção junto das massas, com o objectivo de alargar e intensificar a luta de massas.
Em várias intervenções destacou-se a necessidade de melhorar a organização e intervenção nas empresas e locais de trabalho, procurando trazer mais trabalhadores para as reivindicações e lutas que urge travar e, mesmo, para as fileiras do Partido. Ainda no plano orgânico, merece a máxima prioridade a acção de contacto com os membros do partido, actualmente em curso. Os comunistas da Amadora estabeleceram ainda como questão essencial uma melhor adequação da estrutura partidária às prioridades e a melhoria do trabalho de direcção, nomeadamente nos organismos intermédios.
O projecto autárquico do PCP e a intervenção da CDU, o alargamento da frente social de luta e a importância da intervenção no movimento associativo foram igualmente questões em debate. A Comissão Concelhia eleita, composta por 45 elementos, tem agora mais membros directamente ligados ao trabalho nas empresas.
A assembleia terminou com a intervenção de Francisco Lopes, dos organismos executivos do CC, que lembrou a importância da acção e mobilização dos comunistas para as jornadas de luta já agendadas pelas estruturas do movimento sindical unitário.
Feito notável
Em Arcos de Valdevez, teve lugar no fim-de-semana a primeira assembleia da organização concelhia do Partido, o que por si só é um feito notável, demonstrativo da acção determinada dos militantes locais e da Organização Regional de Viana do Castelo. Com um terço dos militantes recrutados nos últimos anos, a organização realizou uma actividade considerável, cujo ponto alto foi a abertura recente do Centro de Trabalho, o que deverá criar melhores condições para a acção futura do Partido.
Ao nível do recrutamento, o objectivo é chegar à próxima assembleia com mais 20 militantes no concelho. A difusão da imprensa do Partido, a dinamização do Centro de Trabalho, o aumento das receitas próprias e o desenvolvimento do trabalho junto dos trabalhadores e de outras classes e camadas sociais são objectivos traçados para os próximos anos.
A proposta de resolução política, contendo a análise sobre a situação social e económica do concelho e as propostas e objectivos do Partido, foi aprovada por unanimidade. Já a nova Comissão Concelhia mereceu apenas um voto contra e uma abstenção, espelhando uma grande unidade. Por unanimidade foi ainda aprovada uma moção intitulada «Derrotar o Governo e a política de direita, pela construção de uma política patriótica e de esquerda», que reassume o compromisso de intensificar a luta de massas contra a política de direita e, dessa forma, travar a destruição do País.
Na sessão de encerramento interveio João Oliveira, da Comissão Política, que abordou as principais questões da situação política e social e, em particular, o Orçamento do Estado para 2015. À semelhança dos anteriores, e desmentindo toda a propaganda feita pelo Governo, este OE confirma os principais eixos da política que tem sido imposta ao País, colocando-se ao lado do grande capital e dos grupos económicos, ao mesmo tempo que agrava as condições de vida dos trabalhadores e do povo, roubando nos salários e pensões e atacando as funções sociais do Estado e os serviços públicos.
Organização para intervir
Uma semana antes foi a vez da organização concelhia da Amadora realizar a sua 11.ª assembleia, na qual marcaram presença uma centena de delegados e dezenas de convidados. À semelhança do que sucedera na fase preparatória, esteve presente na assembleia a necessidade premente de reforçar a organização do Partido e a sua intervenção junto das massas, com o objectivo de alargar e intensificar a luta de massas.
Em várias intervenções destacou-se a necessidade de melhorar a organização e intervenção nas empresas e locais de trabalho, procurando trazer mais trabalhadores para as reivindicações e lutas que urge travar e, mesmo, para as fileiras do Partido. Ainda no plano orgânico, merece a máxima prioridade a acção de contacto com os membros do partido, actualmente em curso. Os comunistas da Amadora estabeleceram ainda como questão essencial uma melhor adequação da estrutura partidária às prioridades e a melhoria do trabalho de direcção, nomeadamente nos organismos intermédios.
O projecto autárquico do PCP e a intervenção da CDU, o alargamento da frente social de luta e a importância da intervenção no movimento associativo foram igualmente questões em debate. A Comissão Concelhia eleita, composta por 45 elementos, tem agora mais membros directamente ligados ao trabalho nas empresas.
A assembleia terminou com a intervenção de Francisco Lopes, dos organismos executivos do CC, que lembrou a importância da acção e mobilização dos comunistas para as jornadas de luta já agendadas pelas estruturas do movimento sindical unitário.
Feito notável
Em Arcos de Valdevez, teve lugar no fim-de-semana a primeira assembleia da organização concelhia do Partido, o que por si só é um feito notável, demonstrativo da acção determinada dos militantes locais e da Organização Regional de Viana do Castelo. Com um terço dos militantes recrutados nos últimos anos, a organização realizou uma actividade considerável, cujo ponto alto foi a abertura recente do Centro de Trabalho, o que deverá criar melhores condições para a acção futura do Partido.
Ao nível do recrutamento, o objectivo é chegar à próxima assembleia com mais 20 militantes no concelho. A difusão da imprensa do Partido, a dinamização do Centro de Trabalho, o aumento das receitas próprias e o desenvolvimento do trabalho junto dos trabalhadores e de outras classes e camadas sociais são objectivos traçados para os próximos anos.