Uma vida que é motivo de orgulho
Militantes e dirigentes do Partido, familiares e amigos participaram, na segunda-feira, 20, num convívio comemorativo dos 90 anos de Laura Serra, destacada militante comunista e companheira de Jaime Serra, realizado na sede nacional do PCP. Numa breve intervenção evocativa da vida e da luta da aniversariante, o membro do Secretariado e da Comissão Política Francisco Lopes sublinhou a «honra» que representa para o PCP ter na sua história testemunhos de militância como o de Laura Serra, «que não são a expressão de uma época, antes constitui exemplo que estimula a acção actual e futura do PCP e evidencia uma característica indissociável da sua identidade comunista».
O percurso de Laura Serra, acrescentou, «é o de alguém que abraçou a causa da luta do nosso Partido nas circunstâncias mais rigorosas, com a dedicação mais profunda, com opções muito difíceis. É o percurso de alguém que trilhou este caminho exigente da luta nas condições da brutalidade fascista, que o prosseguiu nas condições da Revolução de Abril e na luta dos últimos 38 anos contra a política de direita e que mantém hoje esse compromisso de toda uma vida. Um caminho feito com o seu companheiro, o camarada Jaime Serra, nas várias tarefas e circunstâncias da vida».
Funcionária do Partido desde 1947, realizou tarefas em casas clandestinas até 1958 e de 1960 até ao 25 de Abril. Entre 1958 e 1960, teve trabalho de organização no Norte, nomeadamente no sector têxtil. Nos anos da Revolução, assumiu tarefas no âmbito dos serviços de extinção da PIDE, primeiro em Caxias e depois na António Maria Cardoso, de onde foi afastada, juntamente com outros camaradas em Novembro de 1975. Desempenhou posteriormente tarefas nas organizações regionais de Setúbal e Beira Litoral e ainda nos serviços centrais, nomeadamente no Gabinete Central de Organização.
Francisco Lopes referiu-se ainda à dureza da vida clandestina que, no caso de Laura Serra, implicou as sucessivas prisões do companheiro – e as várias evasões –, a dor da separação dos filhos e a alegria do reencontro. A vida de Laura e Jaime Serra «orgulham» e «responsabilizam o nosso colectivo partidário».
O percurso de Laura Serra, acrescentou, «é o de alguém que abraçou a causa da luta do nosso Partido nas circunstâncias mais rigorosas, com a dedicação mais profunda, com opções muito difíceis. É o percurso de alguém que trilhou este caminho exigente da luta nas condições da brutalidade fascista, que o prosseguiu nas condições da Revolução de Abril e na luta dos últimos 38 anos contra a política de direita e que mantém hoje esse compromisso de toda uma vida. Um caminho feito com o seu companheiro, o camarada Jaime Serra, nas várias tarefas e circunstâncias da vida».
Funcionária do Partido desde 1947, realizou tarefas em casas clandestinas até 1958 e de 1960 até ao 25 de Abril. Entre 1958 e 1960, teve trabalho de organização no Norte, nomeadamente no sector têxtil. Nos anos da Revolução, assumiu tarefas no âmbito dos serviços de extinção da PIDE, primeiro em Caxias e depois na António Maria Cardoso, de onde foi afastada, juntamente com outros camaradas em Novembro de 1975. Desempenhou posteriormente tarefas nas organizações regionais de Setúbal e Beira Litoral e ainda nos serviços centrais, nomeadamente no Gabinete Central de Organização.
Francisco Lopes referiu-se ainda à dureza da vida clandestina que, no caso de Laura Serra, implicou as sucessivas prisões do companheiro – e as várias evasões –, a dor da separação dos filhos e a alegria do reencontro. A vida de Laura e Jaime Serra «orgulham» e «responsabilizam o nosso colectivo partidário».