Chuva não explica tudo
LUSA
Os eleitos do PCP nos órgãos do município de Lisboa realizaram, no dia 16, uma jornada de contactos com os comerciantes e a população de algumas das ruas mais fortemente afectadas pelas recentes inundações. Nas muitas conversas que foi possível manter, os eleitos comunistas ouviram queixas sobre os prejuízos causados, relatos de momentos de desespero e queixas, muitas, ao presidente da autarquia, António Costa, por afirmar que não há soluções e apelar à resignação da população.
Vários munícipes protestaram pela falta de limpeza e manutenção dos colectores, sumidouros e sarjetas, da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa, que muitos afirmaram estarem cheios de areias e detritos, impedindo assim o escoamento das águas pluviais.
Num comunicado de dia 16, em que dá conta dessa acção, a Direcção da Organização da Cidade de Lisboa do Partido lembra que as opções políticas da maioria PS – com o apoio do PSD e do CDS – têm enfraquecido a capacidade de resposta da autarquia a situações desta natureza: a passagem de competências para as freguesias sem os respectivos meios, a desarticulação de serviços operacionais do município e a «externalização» daquilo que podia e devia ser feito pela CML «põem em causa uma resposta integrada, de cariz preventivo, em vários domínios operacionais». Um deles é, sem dúvida, o saneamento, acusam os comunistas.
Vários munícipes protestaram pela falta de limpeza e manutenção dos colectores, sumidouros e sarjetas, da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa, que muitos afirmaram estarem cheios de areias e detritos, impedindo assim o escoamento das águas pluviais.
Num comunicado de dia 16, em que dá conta dessa acção, a Direcção da Organização da Cidade de Lisboa do Partido lembra que as opções políticas da maioria PS – com o apoio do PSD e do CDS – têm enfraquecido a capacidade de resposta da autarquia a situações desta natureza: a passagem de competências para as freguesias sem os respectivos meios, a desarticulação de serviços operacionais do município e a «externalização» daquilo que podia e devia ser feito pela CML «põem em causa uma resposta integrada, de cariz preventivo, em vários domínios operacionais». Um deles é, sem dúvida, o saneamento, acusam os comunistas.