PCP apela à participação
O PCP está a distribuir aos trabalhadores da Administração Pública um folheto de apelo à participação na manifestação nacional do sector marcada para o próximo dia 31, em Lisboa. O Partido lembra as questões que estarão em causa nesssa que se prevê que venha a ser uma muito grande acção de luta: o repúdio pela continuada degradação dos serviços públicos, pela destruição dos postos de trabalho e direitos, pelo aumento da precariedade e dos horários e pelo roubo nos salários e pensões; e a defesa da reposição imediata dos rendimentos roubados, do aumento dos salários, da reposição do horário das 35 horas semanais e da valorização dos serviços públicos.
Sublinhando que «não basta mudar de caras ou ter posições de ocasião para capturar o voto dos portugueses», o PCP lembra ainda que foram PS, PSD e CDS, juntos, que amarraram o País ao Tratado Orçamental (que impõe enormes sacrifícios para os trabalhadores e para o povo); que acordaram a redução do IRC para as grandes empresas, desprezando as MPME; privatizaram empresas estratégicas para o desenvolvimento do País; permitiram e permitem a drenagem de fundos públicos para os grupos económicos por via dos contratos swap e das PPP. Enfim, acrescenta, são os que há muito promovem a «reconfiguração do Estado, colocando-o inteiramente ao serviço dos interesses do capital monopolista».
«Isto não pode continuar», garante o PCP, reafirmando que «com a força do povo, a sua luta e intervenção, mas também com as suas opções e escolas, sim, é possível romper com décadas de política de direita e abrir caminho a uma política vinculada aos valores de Abril».
Sublinhando que «não basta mudar de caras ou ter posições de ocasião para capturar o voto dos portugueses», o PCP lembra ainda que foram PS, PSD e CDS, juntos, que amarraram o País ao Tratado Orçamental (que impõe enormes sacrifícios para os trabalhadores e para o povo); que acordaram a redução do IRC para as grandes empresas, desprezando as MPME; privatizaram empresas estratégicas para o desenvolvimento do País; permitiram e permitem a drenagem de fundos públicos para os grupos económicos por via dos contratos swap e das PPP. Enfim, acrescenta, são os que há muito promovem a «reconfiguração do Estado, colocando-o inteiramente ao serviço dos interesses do capital monopolista».
«Isto não pode continuar», garante o PCP, reafirmando que «com a força do povo, a sua luta e intervenção, mas também com as suas opções e escolas, sim, é possível romper com décadas de política de direita e abrir caminho a uma política vinculada aos valores de Abril».