PS persiste no erro
Depois de ter visto rejeitado pelo PS o agendamento e votação de um projecto de lei destinado a impedir que os resultados da avaliação de desempenho interfiram no concurso de colocação de professores – tendo em conta a própria natureza aleatória de como o processo de avaliação decorreu -, o PCP voltou ao tema marcando um debate de actualidade que dominou a sessão plenária de sexta-feira da passada semana.
Nele sobressaiu o desafio ao PS para que compreenda a urgência de emendar a mão, tal como aliás já fez no concurso de 2009/10, e não aplique os resultados da avaliação para efeito de colocação de professores.
É que, como lembrou Miguel Tiago, na aplicação do actual modelo de avaliação aconteceu de tudo, desde professores com aulas observadas até aos que as não tiveram, passando pelos que nem sequer foram avaliados.
Dito de outro modo, «foram avaliados em condições diversas e sob regras distintas», lembrou o deputado comunista, pondo em evidência a injustiça que é serem agora confrontados com uma forma de seriação que ignora essa realidade.
A bancada do PS voltou a refugiar-se em argumentos falaciosos, como seja o de que o PCP está contra a avaliação, para assim continuar a negar uma solução justa para os problemas que se colocam com o actual modelo. E reiterou velhas posições que mereceram a mais viva contestação dos professores e suas organizações representativas, contrariando o que afirmara mais recentemente aos sindicatos quando estes foram recebidos no Parlamento.
Nele sobressaiu o desafio ao PS para que compreenda a urgência de emendar a mão, tal como aliás já fez no concurso de 2009/10, e não aplique os resultados da avaliação para efeito de colocação de professores.
É que, como lembrou Miguel Tiago, na aplicação do actual modelo de avaliação aconteceu de tudo, desde professores com aulas observadas até aos que as não tiveram, passando pelos que nem sequer foram avaliados.
Dito de outro modo, «foram avaliados em condições diversas e sob regras distintas», lembrou o deputado comunista, pondo em evidência a injustiça que é serem agora confrontados com uma forma de seriação que ignora essa realidade.
A bancada do PS voltou a refugiar-se em argumentos falaciosos, como seja o de que o PCP está contra a avaliação, para assim continuar a negar uma solução justa para os problemas que se colocam com o actual modelo. E reiterou velhas posições que mereceram a mais viva contestação dos professores e suas organizações representativas, contrariando o que afirmara mais recentemente aos sindicatos quando estes foram recebidos no Parlamento.