Pelo pior caminho
Logo que foi conhecido no final da passada semana, ainda que apenas nos seus traços gerais, o Programa de Estabilidade e Crescimento mereceu uma primeira severa crítica da bancada comunista, que vê nele «o reforço do que de pior está no Orçamento do Estado».
«Tal como já hoje conta com o carinho e a simpatia dos centros de influência e intoxicação da opinião pública (…), o PEC irá seguramente contar, por mais encenações virtuais que façam, com o apoio de toda a direita parlamentar», anteviu Honório Novo, rejeitando de forma contundente o caminho nele traçado.
Para o parlamentar do PCP, que intervinha na recta final do debate do OE, o que País carece, isso sim, é de uma ruptura com estas orientações que abra caminho a uma nova política centrada no crescimento económico, no combate ao desemprego, na qualificação e valorização das pessoas e do seu poder de compra, na defesa e reforço da capacidade produtiva do País, no apoio efectivo às pequenas empresas, no aumento da procura interna e das exportações «para controlar as contas públicas e combater a dependência externa».
«Tal como já hoje conta com o carinho e a simpatia dos centros de influência e intoxicação da opinião pública (…), o PEC irá seguramente contar, por mais encenações virtuais que façam, com o apoio de toda a direita parlamentar», anteviu Honório Novo, rejeitando de forma contundente o caminho nele traçado.
Para o parlamentar do PCP, que intervinha na recta final do debate do OE, o que País carece, isso sim, é de uma ruptura com estas orientações que abra caminho a uma nova política centrada no crescimento económico, no combate ao desemprego, na qualificação e valorização das pessoas e do seu poder de compra, na defesa e reforço da capacidade produtiva do País, no apoio efectivo às pequenas empresas, no aumento da procura interna e das exportações «para controlar as contas públicas e combater a dependência externa».