Defender direitos
A célula do PCP na Higiene Pública, Empresa Municipal (HPEM), de Sintra, está contra a decisão de privatizar os serviços de varrição ao consórcio SUMA/TRIU, aprovada, entretanto, pelo conselho de administração da empresa, com o voto contra do representante da CDU.
Em comunicado da célula, os comunistas consideram a decisão tomada pela administração reveladora de um «enorme desprezo pelos trabalhadores da HPEM, bem como por todo o serviço público de qualidade que a empresa vem prestando ao município». Para o PCP, os serviços públicos de qualidade com gestão municipal «são garantia de transparência e satisfação das necessidades do município e da população sintrense». Como tal, não podem ser jogados fora «por vontade de alguns que querem deitar mãos ao “negócio do lixo”».
A privatização da varrição pública «faz parte de um projecto mais vasto da maioria PSD/CDS que visa terminar na concessão total destes serviços a privados», lê-se no comunicado. Já o PS o havia tentado em mandatos anteriores, mas a luta dos trabalhadores impediu-o, lembram os comunistas.
Este é, efectivamente, um negócio «bastante lucrativo para os investidores privados, em detrimento da qualidade dos serviços prestados, das condições de trabalho e das garantias de emprego». Face a este ataque, o PCP apela aos trabalhadores para que, uma vez mais, se unam em torno do combate contra a privatização dos serviços e pela defesa dos postos de trabalho com direitos».
Em comunicado da célula, os comunistas consideram a decisão tomada pela administração reveladora de um «enorme desprezo pelos trabalhadores da HPEM, bem como por todo o serviço público de qualidade que a empresa vem prestando ao município». Para o PCP, os serviços públicos de qualidade com gestão municipal «são garantia de transparência e satisfação das necessidades do município e da população sintrense». Como tal, não podem ser jogados fora «por vontade de alguns que querem deitar mãos ao “negócio do lixo”».
A privatização da varrição pública «faz parte de um projecto mais vasto da maioria PSD/CDS que visa terminar na concessão total destes serviços a privados», lê-se no comunicado. Já o PS o havia tentado em mandatos anteriores, mas a luta dos trabalhadores impediu-o, lembram os comunistas.
Este é, efectivamente, um negócio «bastante lucrativo para os investidores privados, em detrimento da qualidade dos serviços prestados, das condições de trabalho e das garantias de emprego». Face a este ataque, o PCP apela aos trabalhadores para que, uma vez mais, se unam em torno do combate contra a privatização dos serviços e pela defesa dos postos de trabalho com direitos».