Forte adesão nas autarquias
A greve nacional dos trabalhadores das autarquias, no dia 16, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local registou uma adesão global superior a 60 por cento, informou aquela Organização Representativa dos Trabalhadores, ao fim do dia de luta.
Saudando os milhares de trabalhadores que contribuiram para o êxito desta luta contra a «mobilidade especial», a destruição do sistema de carreiras, as quotas na avaliação de desempenho e a reorganização dos serviços municipais, o STAL/CGTP-IN acusou algumas câmaras de terem incorrido em «actos de violação da Lei da Greve, chantagem e mesmo coação junto dos trabalhadores». O sindicato discriminou algumas destas autarquias, designadamente do Montijo, Sintra, Loures e Cabeceiras de Basto, e garantiu que accionará os mecanismos legais para apurar e «punir os responsáveis por tais atitude antidemocráticas».
No Montijo, o piquete de greve teve de solicitar a intervenção da PSP, por um encarregado ter tentado intimidar os trabalhadores. Em Sintra, o administrador da empresa municipal de recolha de resíduos sólidos, HPEM, visitou as instalações na noite de início da greve, numa atitude que o sindicato considerou intimidatória. Nos Serviços Municipalizados de Loures, vários trabalhadores foram questionados, na véspera, sobre a sua intenção de aderir à luta, enquanto em Cabeceiras de Basto uma faixa do sindicato foi retirada e um dirigente sindical sofreu «ameaças veladas».
A propósito da oportunidade da greve, o STAL lembrou que «foi o Governo quem escolheu este momento para, de forma apressada, atabalhoada e mesmo com contornos de má fé, aprovar medidas legislativas profundamente nefastas para os trabalhadores e mesmo para as autarquias locais, sem ter em conta as especificidades do sector e as propostas apresentadas pelo sindicato».
Saudando os milhares de trabalhadores que contribuiram para o êxito desta luta contra a «mobilidade especial», a destruição do sistema de carreiras, as quotas na avaliação de desempenho e a reorganização dos serviços municipais, o STAL/CGTP-IN acusou algumas câmaras de terem incorrido em «actos de violação da Lei da Greve, chantagem e mesmo coação junto dos trabalhadores». O sindicato discriminou algumas destas autarquias, designadamente do Montijo, Sintra, Loures e Cabeceiras de Basto, e garantiu que accionará os mecanismos legais para apurar e «punir os responsáveis por tais atitude antidemocráticas».
No Montijo, o piquete de greve teve de solicitar a intervenção da PSP, por um encarregado ter tentado intimidar os trabalhadores. Em Sintra, o administrador da empresa municipal de recolha de resíduos sólidos, HPEM, visitou as instalações na noite de início da greve, numa atitude que o sindicato considerou intimidatória. Nos Serviços Municipalizados de Loures, vários trabalhadores foram questionados, na véspera, sobre a sua intenção de aderir à luta, enquanto em Cabeceiras de Basto uma faixa do sindicato foi retirada e um dirigente sindical sofreu «ameaças veladas».
A propósito da oportunidade da greve, o STAL lembrou que «foi o Governo quem escolheu este momento para, de forma apressada, atabalhoada e mesmo com contornos de má fé, aprovar medidas legislativas profundamente nefastas para os trabalhadores e mesmo para as autarquias locais, sem ter em conta as especificidades do sector e as propostas apresentadas pelo sindicato».