Continuar a crescer na Guarda
«É com muita honra que aceito ser o cabeça de lista do distrito da Guarda da CDU às eleições legislativas de 2009», afirmou, sexta-feira, José Branquinho, sublinhando que a próxima batalha eleitoral é muito importante, uma vez o Executivo PS «escolheu o pior caminho – apoiar o capital, a banca e os mercados financeiros – ao mesmo tempo que esqueceu os trabalhadores». «A política de direita seguida por este Governo criou no País e no distrito uma taxa de desemprego superior a nove por cento, com todas as consequências para as famílias, aumentando a pobreza e as desigualdades», acrescentou.
Em conferência de imprensa, realizada na sede da Direcção da Organização Regional do PCP, o guia intérprete do Parque Arqueológico do Vale do Côa, acentuou que a CDU «é a alternativa» com um projecto político «diferente».
«Portugal foi governado nos últimos 33 anos pelos mesmos actores, PS, PSD e CDS, juntos ou separados, com uma política igual, servindo os interesses dos grandes grupos económicos e do capital. Esta política promoveu a destruição do sector produtivo, a quebra da soberania alimentar, o endividamento externo, as privatizações, a ruína das pequenas e médias empresas, o desemprego, a precariedade, os baixos salários e pensões, a pobreza, as injustiças sociais, a insegurança e a corrupção, empurrando este país para o declínio», criticou, lamentando que «com uma taxa de desemprego tão elevada e pensões de miséria, aumenta a degradação social, o desrespeito pelos direitos de quem trabalha e o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, extracto social que cresce duma forma incontrolável e inaceitável».
O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Centro e membro da Direcção da Organização Regional da Guarda do PCP, falou também da Política Agrícola Comum. «Com o aumento da destruição do aparelho produtivo, aumenta a desertificação e o abandono da terra, enquanto o País importa cerca de 75 por cento das suas necessidades agro-alimentares», disse José Branquinho, recordando, para além dos problemas da interioridade, que «a grande maioria da população idosa não tem o apoio e o reconhecimento que merece e os jovens são confrontados com o trabalho sem direitos».
Por último, o cabeça de lista da CDU alertou para as difíceis condições em que vive a industria têxtil, do calçado e dos lanifícios, «as principais empregadoras e um potencial económico e produtivo para o distrito». «O sector necessita de investimentos que modernizem e o tornem competitivo, respeitando os direitos dos trabalhadores. É necessário valorizar e promover o distrito a partir das capacidades produtivas e criativas das suas gentes. Isto vai ao encontro da vontade de sectores variados da população do distrito e é por tudo isto que se bate a CDU desde há vários anos», defendeu.
Em conferência de imprensa, realizada na sede da Direcção da Organização Regional do PCP, o guia intérprete do Parque Arqueológico do Vale do Côa, acentuou que a CDU «é a alternativa» com um projecto político «diferente».
«Portugal foi governado nos últimos 33 anos pelos mesmos actores, PS, PSD e CDS, juntos ou separados, com uma política igual, servindo os interesses dos grandes grupos económicos e do capital. Esta política promoveu a destruição do sector produtivo, a quebra da soberania alimentar, o endividamento externo, as privatizações, a ruína das pequenas e médias empresas, o desemprego, a precariedade, os baixos salários e pensões, a pobreza, as injustiças sociais, a insegurança e a corrupção, empurrando este país para o declínio», criticou, lamentando que «com uma taxa de desemprego tão elevada e pensões de miséria, aumenta a degradação social, o desrespeito pelos direitos de quem trabalha e o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, extracto social que cresce duma forma incontrolável e inaceitável».
O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Centro e membro da Direcção da Organização Regional da Guarda do PCP, falou também da Política Agrícola Comum. «Com o aumento da destruição do aparelho produtivo, aumenta a desertificação e o abandono da terra, enquanto o País importa cerca de 75 por cento das suas necessidades agro-alimentares», disse José Branquinho, recordando, para além dos problemas da interioridade, que «a grande maioria da população idosa não tem o apoio e o reconhecimento que merece e os jovens são confrontados com o trabalho sem direitos».
Por último, o cabeça de lista da CDU alertou para as difíceis condições em que vive a industria têxtil, do calçado e dos lanifícios, «as principais empregadoras e um potencial económico e produtivo para o distrito». «O sector necessita de investimentos que modernizem e o tornem competitivo, respeitando os direitos dos trabalhadores. É necessário valorizar e promover o distrito a partir das capacidades produtivas e criativas das suas gentes. Isto vai ao encontro da vontade de sectores variados da população do distrito e é por tudo isto que se bate a CDU desde há vários anos», defendeu.