Acabar com as injustiças sociais
Pelo círculo eleitoral de Castelo Branco, Luís Pereira Garra, operário têxtil, dirigente sindical e membro do Comité Central do PCP, é o cabeça de lista da CDU à Assembleia da República.
Na sua apresentação pública, que aconteceu no passado dia 26, no Auditório da Biblioteca Municipal, o candidato alertou para a «injustiça das leis laborais e sociais», para os «salários miseráveis», para o «mau funcionamento da justiça e dos tribunais» e para o «ataque aos direitos dos trabalhadores da administração pública e do sector privado». Lamentou, de igual forma, as «más políticas económicas que provocam a desertificação, o envelhecimento do distrito e o encerramento de escolas, de extensões de saúde, de postos de correio e da GNR e que levam à destruição do aparelho produtivo, ao encerramento das empresas e ao aumento do desemprego e da precariedade, aos salários em atraso e ao não pagamento das indemnizações».
Luís Garra salientou ainda as dificuldades de «conciliação entre a vida familiar e profissional, da degradação da saúde, dos ataques à segurança social, da destruição dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, da crescente dificuldade de acesso dos filhos dos trabalhadores ao ensino e do ataque aos professores, aos trabalhadores administrativos e auxiliares das escolas e à escola pública».
Neste sentido, para haver uma ruptura com a política de direita e para que as leis sejam menos injustas e mais favoráveis aos trabalhadores e à maioria da população, são necessários mais votos e mais deputados da CDU na Assembleia da República.
«Queremos dar esperança e confiança aos mais de dez mil trabalhadores, homens, mulheres, jovens, operários, empregados, quadros técnicos, aos menos qualificados e aos licenciados que se encontram no desemprego para quem o futuro é incerto e a quem é urgente alargar e garantir protecção social», afirmou o candidato, acentuando que a CDU não se resignará «à destruição do aparelho produtivo, ao encerramento de empresas e à falência de milhares de micro, pequenos e médios empresários».
«Tudo faremos para pôr fim ao modelo de desenvolvimento baseado nos baixos salários e na precariedade laboral. A diminuição do poder de compra dos portugueses é um dos factores que contribui para a quebra da carteira de encomendas e portanto para a quebra de mercado interno, deitando por terra as teses de que o preço de trabalho tem de ser baixo para garantir emprego», disse Luís Garra, que quer ainda «alterar a lei de cálculo das pensões de reforma» e «promover o turismo e valorizar o património histórico e ambiental numa perspectiva integrada, de qualidade, ambientalmente sustentável e acessível a todos».
Na sua apresentação pública, que aconteceu no passado dia 26, no Auditório da Biblioteca Municipal, o candidato alertou para a «injustiça das leis laborais e sociais», para os «salários miseráveis», para o «mau funcionamento da justiça e dos tribunais» e para o «ataque aos direitos dos trabalhadores da administração pública e do sector privado». Lamentou, de igual forma, as «más políticas económicas que provocam a desertificação, o envelhecimento do distrito e o encerramento de escolas, de extensões de saúde, de postos de correio e da GNR e que levam à destruição do aparelho produtivo, ao encerramento das empresas e ao aumento do desemprego e da precariedade, aos salários em atraso e ao não pagamento das indemnizações».
Luís Garra salientou ainda as dificuldades de «conciliação entre a vida familiar e profissional, da degradação da saúde, dos ataques à segurança social, da destruição dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, da crescente dificuldade de acesso dos filhos dos trabalhadores ao ensino e do ataque aos professores, aos trabalhadores administrativos e auxiliares das escolas e à escola pública».
Neste sentido, para haver uma ruptura com a política de direita e para que as leis sejam menos injustas e mais favoráveis aos trabalhadores e à maioria da população, são necessários mais votos e mais deputados da CDU na Assembleia da República.
«Queremos dar esperança e confiança aos mais de dez mil trabalhadores, homens, mulheres, jovens, operários, empregados, quadros técnicos, aos menos qualificados e aos licenciados que se encontram no desemprego para quem o futuro é incerto e a quem é urgente alargar e garantir protecção social», afirmou o candidato, acentuando que a CDU não se resignará «à destruição do aparelho produtivo, ao encerramento de empresas e à falência de milhares de micro, pequenos e médios empresários».
«Tudo faremos para pôr fim ao modelo de desenvolvimento baseado nos baixos salários e na precariedade laboral. A diminuição do poder de compra dos portugueses é um dos factores que contribui para a quebra da carteira de encomendas e portanto para a quebra de mercado interno, deitando por terra as teses de que o preço de trabalho tem de ser baixo para garantir emprego», disse Luís Garra, que quer ainda «alterar a lei de cálculo das pensões de reforma» e «promover o turismo e valorizar o património histórico e ambiental numa perspectiva integrada, de qualidade, ambientalmente sustentável e acessível a todos».