Por um futuro com direitos
Na sessão-debate, no dia 27 de Maio, em Lisboa, promovida pela Juventude CDU, ficou demonstrado que quem luta por trabalho com direitos e por uma educação pública, universal e gratuita é quem melhor defende os jovens no Parlamento Europeu.
A juventude é alvo preferencial do grande capital
Com esta sessão-debate no Museu de Arte Contemporânea, pretenderam os jovens apoiantes da Coligação diagnosticar a realidade com que se confronta a juventude portuguesa e divulgar as soluções propostas concretas da CDU para a juventude, também no Parlamento Europeu.
Acompanhado, na mesa do debate, pelo membro do Secretariado Nacional da JCP, Catarina Pereira, e pela dirigente da Ecolojovem, a juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», Sónia Colasso, o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa demonstrou porque é tão importante que também os jovens votem CDU, no dia 7 de Junho.
«Só a CDU tem como elementos transversais da sua política para a juventude a educação pública de qualidade e o trabalho com direitos, e não apenas quando se está em período eleitoral», salientou Jerónimo de Sousa.
A este propósito, recordou que outras forças políticas, alegando reivindicações legítimas da juventude, usam-nas, no plano mediático, sem terem o direito ao trabalho com direitos e a educação pública e universal como base central da sua acção. «Quase todos os restantes partidos abdicam dessa visão, aparecendo, agora, a repetir promessas gastas, ou a aliciar a juventude, mais a pensar nas eleições do que em dar soluções aos seus problemas e anseios», considerou.
Durante o debate, foi duramente criticada a criação de organismos que, pretensamente, afirmam representar jovens trabalhadores, à margem do movimento sindical de classe.
Catarina Pereira recordou o trabalho persistente e único em prol da juventude portuguesa desenvolvido pela Juventude CDU e a JCP, recordando as lutas por um ensino público de qualidade, contra a precariedade e pelo trabalho com direitos, com a Interjovem/CGTP-IN.
A representante da Ecolojovem trouxe ao debate as preocupações ambientais da Juventude CDU, tendo todas as intervenções primado por incisivas críticas à desastrosa política de direita para a juventude, desenvolvida pelo Governo PS.
O Secretário-geral do PCP considerou que são «razões de natureza de classe que fazem da juventude o alvo preferencial dos senhores do grande capital, que não a pretende formar integralmente mas apenas adaptá-la às necessidades do mercado de trabalho, mantendo-a sem direitos e, simultaneamente, um exército de desempregados sempre disponível para aceitar qualquer trabalho, sob quaisquer condições».
Sem esquecer os direitos à fruição do desporto e da cultura, recordou os jovens que fizeram a Revolução de 25 de Abril de 1974 e combateram o fascismo para salientar a força que a juventude pode ter para transformar a realidade. Questionado sobre o que fazer, quando confrontados por deturpações da verdade histórica, incluindo em manuais escolares, o Secretário-geral salientou como, em todas as sociedades, «a ideologia predominante é sempre a da classe dominante».
Intervenções de bolseiros universitários, de investigadores científicos, de enfermeiros e representantes sindicais confirmaram as desastrosas consequências das políticas do Governo PS para a juventude.
«Levar a luta até ao voto na CDU, dia 7 de Junho, é fundamental para que a juventude veja concretizadas as suas legítimas aspirações», concluiu Jerónimo de Sousa.
Acompanhado, na mesa do debate, pelo membro do Secretariado Nacional da JCP, Catarina Pereira, e pela dirigente da Ecolojovem, a juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», Sónia Colasso, o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa demonstrou porque é tão importante que também os jovens votem CDU, no dia 7 de Junho.
«Só a CDU tem como elementos transversais da sua política para a juventude a educação pública de qualidade e o trabalho com direitos, e não apenas quando se está em período eleitoral», salientou Jerónimo de Sousa.
A este propósito, recordou que outras forças políticas, alegando reivindicações legítimas da juventude, usam-nas, no plano mediático, sem terem o direito ao trabalho com direitos e a educação pública e universal como base central da sua acção. «Quase todos os restantes partidos abdicam dessa visão, aparecendo, agora, a repetir promessas gastas, ou a aliciar a juventude, mais a pensar nas eleições do que em dar soluções aos seus problemas e anseios», considerou.
Durante o debate, foi duramente criticada a criação de organismos que, pretensamente, afirmam representar jovens trabalhadores, à margem do movimento sindical de classe.
Catarina Pereira recordou o trabalho persistente e único em prol da juventude portuguesa desenvolvido pela Juventude CDU e a JCP, recordando as lutas por um ensino público de qualidade, contra a precariedade e pelo trabalho com direitos, com a Interjovem/CGTP-IN.
A representante da Ecolojovem trouxe ao debate as preocupações ambientais da Juventude CDU, tendo todas as intervenções primado por incisivas críticas à desastrosa política de direita para a juventude, desenvolvida pelo Governo PS.
O Secretário-geral do PCP considerou que são «razões de natureza de classe que fazem da juventude o alvo preferencial dos senhores do grande capital, que não a pretende formar integralmente mas apenas adaptá-la às necessidades do mercado de trabalho, mantendo-a sem direitos e, simultaneamente, um exército de desempregados sempre disponível para aceitar qualquer trabalho, sob quaisquer condições».
Sem esquecer os direitos à fruição do desporto e da cultura, recordou os jovens que fizeram a Revolução de 25 de Abril de 1974 e combateram o fascismo para salientar a força que a juventude pode ter para transformar a realidade. Questionado sobre o que fazer, quando confrontados por deturpações da verdade histórica, incluindo em manuais escolares, o Secretário-geral salientou como, em todas as sociedades, «a ideologia predominante é sempre a da classe dominante».
Intervenções de bolseiros universitários, de investigadores científicos, de enfermeiros e representantes sindicais confirmaram as desastrosas consequências das políticas do Governo PS para a juventude.
«Levar a luta até ao voto na CDU, dia 7 de Junho, é fundamental para que a juventude veja concretizadas as suas legítimas aspirações», concluiu Jerónimo de Sousa.