Manifestação histórica de enfermeiros
Os mais de cinco mil enfermeiros que se concentraram, dia 12, no Dia Internacional do Enfermeiro, diante do Ministério da Saúde, enchendo a Avenida João Crisóstomo, em Lisboa, e se deslocaram, em manifestação até à residência oficial do primeiro-ministro incorporaram a maior manifestação de sempre da história da classe de enfermeiros portugueses, num dia em que a greve registou uma adesão próxima dos 80 por cento.
Apesar de, até ao fim da tarde, a comunicação social ter anunciado a presença de cerca de dois mil trabalhadores na acção, a verdade é que só à chegada da manifestação a São Bento é que se confirmou a presença, sem precedentes, de tantos enfermeiros.
Na resolução aprovada na acção, os enfermeiros exigiram uma justa carreira que dignifique a enfermagem, solucione a precariedade e admita mais enfermeiros, considerando que «os elevados índices de adesão à greve evidenciam a profunda e ampla insatisfação sentida pela generalidade dos enfermeiros decorrente destes problemas que carecem de solução urgente pelo Ministério da Saúde»
Apesar de, até ao fim da tarde, a comunicação social ter anunciado a presença de cerca de dois mil trabalhadores na acção, a verdade é que só à chegada da manifestação a São Bento é que se confirmou a presença, sem precedentes, de tantos enfermeiros.
Na resolução aprovada na acção, os enfermeiros exigiram uma justa carreira que dignifique a enfermagem, solucione a precariedade e admita mais enfermeiros, considerando que «os elevados índices de adesão à greve evidenciam a profunda e ampla insatisfação sentida pela generalidade dos enfermeiros decorrente destes problemas que carecem de solução urgente pelo Ministério da Saúde»