Dar força à luta
O auditório da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia acolheu a realização da 9.ª Assembleia da Organização Concelhia do Partido, no passado sábado, dia 7 de Fevereiro.
Com apenas um vereador, a CDU conseguiu travar muitas malfeitorias
Cerca de uma centena de delegados e convidados assistiram ao decorrer dos trabalhos que, como Jaime Toga, da Comissão Política, referiria na sua intervenção final, demonstraram, pelos conteúdos das intervenções ali escutadas, um profundo conhecimento e proximidade da realidade do concelho.
De facto, ao longo da tarde de sábado preenchida pelos trabalhos daquela assembleia, muitas foram as provas, não só do conhecimento profundo da realidade, como das ineficiências de muitas das políticas autárquicas no concelho. E muitas delas, referiu Ilda Figueiredo, membro da Comissão Concelhia e vereadora do município, foram travadas por iniciativa da CDU em conjunto com as populações.
A deputada do Parlamento Europeu exemplificou com a tentativa de impor as taxas das rampas de acesso, gorada pela luta das populações encabeçada pela CDU, as obras mal feitas na Afurada, cuja reparação, também só foi levada a cabo após a luta das populações, novamente com a CDU em sua representação, mas cujo mercado, que existia naquele local anteriormente, continua por substituir.
Em muitas intervenções, foram focadas as lacunas no concelho, sendo comum a referência à dificuldade de acesso às praias por parte das freguesias contíguas a estas, nomeadamente pela deficitária rede de transportes públicos, mas também a crítica à gestão financeira do município, principalmente no que toca ao crescente endividamento e aos aumentos no IMI, na Derrama, nas taxas de água e saneamento, e em outras taxas municipais.
Ilda Figueiredo relembrou que todo o trabalho, e consequentes resultados positivos, foram conseguidos com apenas um vereador nos últimos quatro anos. Assim, prosseguiu, é necessário explicar às populações que o reforço do PCP e da CDU nas próximas eleições é igualmente o reforço do trabalho em prol das mesmas.
Na intervenção de encerramento, Jaime Toga considerou como muito positivos os trabalhos ali realizados, relembrando a importância dum PCP mais forte num ano com três actos eleitorais. Caracterizando a grave situação do concelho, onde os rendimentos são, por exemplo, «em média 90 euros mais baixos que no concelho do Porto», aquele dirigente denunciou a falta de interesse deste Governo na resolução deste problema. Demonstrada, por exemplo, na ausência de discussão parlamentar do Plano de Emergência Social para o distrito do Porto, o que, segundo Jaime Toga, «faz adivinhar o sentido de voto do PS» em relação àquela proposta do PCP.
Ainda em relação aos actos eleitorais a realizar em 2009, aquele dirigente do PCP considera a CDU como «o grande espaço de convergência à esquerda» constituindo o seu reforço «a verdadeira ruptura com estas políticas de direita».
A resolução política foi aprovada com uma abstenção e a nova Comissão Concelhia eleita por unanimidade.
De facto, ao longo da tarde de sábado preenchida pelos trabalhos daquela assembleia, muitas foram as provas, não só do conhecimento profundo da realidade, como das ineficiências de muitas das políticas autárquicas no concelho. E muitas delas, referiu Ilda Figueiredo, membro da Comissão Concelhia e vereadora do município, foram travadas por iniciativa da CDU em conjunto com as populações.
A deputada do Parlamento Europeu exemplificou com a tentativa de impor as taxas das rampas de acesso, gorada pela luta das populações encabeçada pela CDU, as obras mal feitas na Afurada, cuja reparação, também só foi levada a cabo após a luta das populações, novamente com a CDU em sua representação, mas cujo mercado, que existia naquele local anteriormente, continua por substituir.
Em muitas intervenções, foram focadas as lacunas no concelho, sendo comum a referência à dificuldade de acesso às praias por parte das freguesias contíguas a estas, nomeadamente pela deficitária rede de transportes públicos, mas também a crítica à gestão financeira do município, principalmente no que toca ao crescente endividamento e aos aumentos no IMI, na Derrama, nas taxas de água e saneamento, e em outras taxas municipais.
Ilda Figueiredo relembrou que todo o trabalho, e consequentes resultados positivos, foram conseguidos com apenas um vereador nos últimos quatro anos. Assim, prosseguiu, é necessário explicar às populações que o reforço do PCP e da CDU nas próximas eleições é igualmente o reforço do trabalho em prol das mesmas.
Na intervenção de encerramento, Jaime Toga considerou como muito positivos os trabalhos ali realizados, relembrando a importância dum PCP mais forte num ano com três actos eleitorais. Caracterizando a grave situação do concelho, onde os rendimentos são, por exemplo, «em média 90 euros mais baixos que no concelho do Porto», aquele dirigente denunciou a falta de interesse deste Governo na resolução deste problema. Demonstrada, por exemplo, na ausência de discussão parlamentar do Plano de Emergência Social para o distrito do Porto, o que, segundo Jaime Toga, «faz adivinhar o sentido de voto do PS» em relação àquela proposta do PCP.
Ainda em relação aos actos eleitorais a realizar em 2009, aquele dirigente do PCP considera a CDU como «o grande espaço de convergência à esquerda» constituindo o seu reforço «a verdadeira ruptura com estas políticas de direita».
A resolução política foi aprovada com uma abstenção e a nova Comissão Concelhia eleita por unanimidade.