Professores marcam novas lutas
«Existe hoje um problema gravíssimo na Educação e a ministra faz parte desse problema. Se não tem coragem para o resolver, dê lugar a quem a tenha», afirmou o porta-voz da Plataforma Sindical dos Professores e secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, na conferência de imprensa de segunda-feira, onde foram anunciadas novas acções de luta.
A Plataforma convocou uma greve nacional para 3 de Dezembro, seguida por uma vigília permanente de 48 horas, diante do Ministério da Educação, e também avisou sobre a possibilidade de avançar com um novo pré-aviso de greve, a coincidir com a semana de avaliações do primeiro período lectivo, se o processo de avaliação não for, entretanto, suspenso.
Se a luta tiver consequências no processo de avaliação dos alunos, «o Ministério da Educação será o único responsável, pela a sua teimosia em manter o actual modelo de avaliação de desempenho», acusou Mário Nogueira, salientando que «os professores sempre quiseram ser avaliados mas não através do modelo que o ME está a tentar aplicar».
Entretanto, contrariando a propaganda do Governo e da ministra da Educação, em resposta ao apelo dos sindicatos para que as escolas suspendam o processo de avaliação de desempenho, mais de 124 estabelecimentos já o tinham feito, numa fase em que, segundo Mário Nogueira, «a luta está a processar-se escola a escola».
Num apelo aos professores para que prossigam com todas as iniciativas que concretizem a suspensão da avaliação de desempenho, o Sindicato dos Professores da Região Centro anunciou, dia 13, que 55 dos 58 conselhos executivos do distrito de Coimbra já a tinham reclamado, «tendo em conta a degradação do ambiente nas escolas e o risco que as aprendizagens dos alunos correm».
Para a próxima semana, entre os dias 25 e 28, como foi aprovado na histórica manifestação nacional de dia 8, pela quase totalidade da classe docente, estão agendadas manifestações em todas as capitais de distrito e noutras cidades: no Norte, no dia 25; no Centro, dia 26; na Grande Lisboa e Vale do Tejo, no dia 27, e no Alentejo e Algarve, no dia 28.
A partir de 9 de Dezembro, os docentes iniciarão uma fase de greves diárias, de âmbito regional. Nesse dia, a greve vai sentir-se na região Norte, seguindo-se igual acção, na região Centro, no dia 10, na Grande Lisboa, no dia 11, e nas regiões a Sul, no dia 12.
A Plataforma Sindical avançará com pré-avisos de greve para a semana seguinte, se a avaliação não for suspensa.
A Plataforma convocou uma greve nacional para 3 de Dezembro, seguida por uma vigília permanente de 48 horas, diante do Ministério da Educação, e também avisou sobre a possibilidade de avançar com um novo pré-aviso de greve, a coincidir com a semana de avaliações do primeiro período lectivo, se o processo de avaliação não for, entretanto, suspenso.
Se a luta tiver consequências no processo de avaliação dos alunos, «o Ministério da Educação será o único responsável, pela a sua teimosia em manter o actual modelo de avaliação de desempenho», acusou Mário Nogueira, salientando que «os professores sempre quiseram ser avaliados mas não através do modelo que o ME está a tentar aplicar».
Entretanto, contrariando a propaganda do Governo e da ministra da Educação, em resposta ao apelo dos sindicatos para que as escolas suspendam o processo de avaliação de desempenho, mais de 124 estabelecimentos já o tinham feito, numa fase em que, segundo Mário Nogueira, «a luta está a processar-se escola a escola».
Num apelo aos professores para que prossigam com todas as iniciativas que concretizem a suspensão da avaliação de desempenho, o Sindicato dos Professores da Região Centro anunciou, dia 13, que 55 dos 58 conselhos executivos do distrito de Coimbra já a tinham reclamado, «tendo em conta a degradação do ambiente nas escolas e o risco que as aprendizagens dos alunos correm».
Para a próxima semana, entre os dias 25 e 28, como foi aprovado na histórica manifestação nacional de dia 8, pela quase totalidade da classe docente, estão agendadas manifestações em todas as capitais de distrito e noutras cidades: no Norte, no dia 25; no Centro, dia 26; na Grande Lisboa e Vale do Tejo, no dia 27, e no Alentejo e Algarve, no dia 28.
A partir de 9 de Dezembro, os docentes iniciarão uma fase de greves diárias, de âmbito regional. Nesse dia, a greve vai sentir-se na região Norte, seguindo-se igual acção, na região Centro, no dia 10, na Grande Lisboa, no dia 11, e nas regiões a Sul, no dia 12.
A Plataforma Sindical avançará com pré-avisos de greve para a semana seguinte, se a avaliação não for suspensa.