Sargentos protestam
Depois de ter aderido ao protesto convocado pela «Comissão de luta contra a insatisfação e mal-estar», que levou, dia 6, a que cerca de dez mil militares faltassem ao almoço nos refeitórios das unidades, a Associação Nacional de Sargentos convocou, para ontem, uma concentração, diante do Ministério da Defesa, em Lisboa, porque através da reestruturação das Forças Armadas, «o Governo pretende acabar com um escalão no posto de 1.º Sargento e com outro, no posto de Sargento-Ajudante».
Num memorando, dia 12, a ANS recordou que considera essencial a manutenção das «carreiras no seu todo, envolvendo os vencimentos mas também a progressão, a protecção social e a formação, entre outras matérias», e acusou a tutela por não ter dado a conhecer qualquer projecto de diploma, mas apenas um anteprojecto que pôs «a circular».
Segundo o anteprojecto, o Governo pretende, entre outras matérias que a ANS considera lesivas para os militares, integrar os militares na Tabela Remuneratória Única da Função Pública, com todos os funcionários públicos do regime geral; passar de dois para três anos os escalões de permanência mínima; e fazer depender a progressão de uma avaliação de mérito favorável, cujo modelo o Ministério da Defesa ainda não divulgou.
Num memorando, dia 12, a ANS recordou que considera essencial a manutenção das «carreiras no seu todo, envolvendo os vencimentos mas também a progressão, a protecção social e a formação, entre outras matérias», e acusou a tutela por não ter dado a conhecer qualquer projecto de diploma, mas apenas um anteprojecto que pôs «a circular».
Segundo o anteprojecto, o Governo pretende, entre outras matérias que a ANS considera lesivas para os militares, integrar os militares na Tabela Remuneratória Única da Função Pública, com todos os funcionários públicos do regime geral; passar de dois para três anos os escalões de permanência mínima; e fazer depender a progressão de uma avaliação de mérito favorável, cujo modelo o Ministério da Defesa ainda não divulgou.