Redução da taxa de juros
Um grupo de jovens do movimento «Com a Corda na Garganta» acampou, na passada semana, à porta do Ministério das Finanças para reivindicar a redução das taxas de juro dos empréstimos à habitação.
«Com a nossa primeira iniciativa pretendemos darmos a conhecer o movimento e as nossas reivindicações, que passam pela redução das taxas de juro e das prestações que pagamos aos bancos», disse à Lusa Tiago Cunha, da comissão promotora do «Com a Corda na Garganta».
Às pessoas que passavam pelo Terreiro do Paço, os membros do movimento entregavam um manifesto com as medidas concretas que o Governo deverá tomar para resolver o problema da prestação da habitação. «Apelamos a quem está nesta situação que se junte a nós para termos mais força e reivindicarmos medidas concretas como a obrigatoriedade da banca pagar 25 por cento de IRC, e utilizar parte da verba para ajudar as famílias a fazer face à prestação da casa», referiu Tiago Cunha.
O movimento reclama também a limitação do spread cobrado pela banca, bem como que o Governo, através do poder de direcção que tem como accionista maioritário da Caixa Geral de Depósitos, condicione outros bancos a tomar medidas que venham no sentido da redução das taxas de juro.
«Com a nossa primeira iniciativa pretendemos darmos a conhecer o movimento e as nossas reivindicações, que passam pela redução das taxas de juro e das prestações que pagamos aos bancos», disse à Lusa Tiago Cunha, da comissão promotora do «Com a Corda na Garganta».
Às pessoas que passavam pelo Terreiro do Paço, os membros do movimento entregavam um manifesto com as medidas concretas que o Governo deverá tomar para resolver o problema da prestação da habitação. «Apelamos a quem está nesta situação que se junte a nós para termos mais força e reivindicarmos medidas concretas como a obrigatoriedade da banca pagar 25 por cento de IRC, e utilizar parte da verba para ajudar as famílias a fazer face à prestação da casa», referiu Tiago Cunha.
O movimento reclama também a limitação do spread cobrado pela banca, bem como que o Governo, através do poder de direcção que tem como accionista maioritário da Caixa Geral de Depósitos, condicione outros bancos a tomar medidas que venham no sentido da redução das taxas de juro.