CDU afirma-se como a alternativa!
«A CDU é a única força capaz e credível de ser a alternativa à gestão PS/PSD» na Câmara de Odivelas. Esta foi uma das ideias expressas no Encontro Concelhio que reuniu, dia 25 de Outubro, mais de 150 pessoas.
A CDU é a única alternativa que Odivelas urgentemente precisa
O intenso trabalho realizado, ao longo deste mandato, em todas as áreas de intervenção municipal, um conhecimento profundo da realidade, o contacto regular com as populações, ouvindo os seus problemas e justas aspirações, conferem à CDU, segundo as intervenções proferidas, a capacidade de produzir e ter soluções que as sete freguesias do concelho de Odivelas precisam e as populações merecem.
Ilídio Ferreira, vereador na Câmara Municipal, abriu o encontro caracterizando o que tem sido a actividade da CDU ao longo deste mandato, realçando a forma positiva como se tem feito oposição, «nunca enveredando pelo levantamento de falsos problemas, nem praticando chicana política», «o que é correcto votámos “sim”, o que é errado votámos “não”. Não há cedências», afirmou.
A necessidade de um novo PDM e a denúncia dos facilitismos urbanísticos, que fazem de Odivelas uma terra de prosperidade para construtores e promotores imobiliários, esteve, de igual forma, presente na intervenção do eleito do PCP.
«Se considerarmos a carga tributária, as graves deficiências na saúde, a deficiente acção social que afecta de forma directa as famílias, as crianças e os idosos, podemos considerar que Odivelas é tudo menos a “terra das oportunidades”. Podemos concluir que o PS trata mal as famílias de Odivelas», acusam, em nota de imprensa, os activistas da CDU.
Este encontro, que se realizou dia 25 de Outubro, na Sala Azul do Parque Urbano do Silvado, caracterizou ainda a gestão dos recursos humanos praticados pelo PS com a «silenciosa cumplicidade» do PSD.
«Neste município o Código do Trabalho entrou em vigor antes de ser publicado», recordam os eleitos e activistas do PCP, dando conta, entre muitos outros exemplos, da «proibição do pagamento de horas extraordinárias», o «estrangulamento das carreiras», as «opções minimalistas de higiene e segurança no trabalho», as «atitudes coercivas de condução à pré-reforma», o «escandaloso subaproveitamento dos recursos internos, coma passagem de serviços para a esfera dos privados».
«Clamoroso retrocesso»
Relativamente à «tão apregoada» recuperação financeira da autarquia, a CDU lembra que em três anos houve, efectivamente, uma diminuição da dívida à banca de 3,3 milhões de euros, «mas o que o PS anda a esconder é que nos mesmos três anos houve um aumento da dívida a fornecedores, praticamente do mesmo valor».
Também nas políticas sociais, no desporto, na educação, na cultura, nas políticas de saúde, no apoio ao movimento associativo e nas políticas da juventude, o concelho de Odivelas tem registado um «clamoroso retrocesso».
«No apoio à infância são mais de cinco mil as crianças sem acesso à rede pública ou social de creches e pré-escolar. O mesmo acontece com os idosos, onde a rede de centro do dia e apoio domiciliário é francamente insuficiente», acusam os comunistas, lamentando, ainda, a «visão economicista» da autarquia no que se refere ao movimento associativo.
Na educação, o Governo encerra escolas, retira autonomia de gestão aos professores, permite a entrada de privados na esfera da actividade educativa e, numa clara desresponsabilização, tenta passar para as autarquias responsabilidades numa área onde claramente falhou. «A curto prazo, o protocolo que prontamente o PS, em Odivelas, assinou com o Governo, irá transformar-se num pesadelo», avisam os eleitos e amigos do PCP.
Outro dos sectores que tem sofrido «maiores cortes financeiros» é a cultura. «A opção foi criar uma empresa municipal de largo espectro, nas competências e no dinheiro que arrecada do município, só no orçamento de 2008 foram mais de um milhão de euros que saíram dos cofres da autarquia para a Municipália, postos à disposição de uma política cultural elitista e centralista», informam.
Em matéria de equipamentos e cuidados de saúde, há muitos anos que não se vê um único investimento em todo o concelho, faltam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, meios de diagnóstico, instalações decentes.
Por outro lado, foi valorizada a gestão, por parte da CDU, de duas das sete freguesias do concelho (Caneças e Ramada). «Pese embora os cortes orçamentais feitos pela Câmara e a sua tentativa de diminuir as responsabilidades delegadas, os eleitos da CDU têm mantido o seu compromisso com as populações», asseguram os comunistas.
Trabalho continuado em Odivelas
Reflexão e análise para o futuro
A Deolinda Santos, do Secretariado da Comissão Concelhia de Odivelas do PCP, coube a intervenção de balanço dos resultados do encontro. «Aquilo a que aqui hoje assistimos é o resultado do intenso trabalho que há já alguns meses os activistas da CDU vêm desenvolvendo, integrados nos vários grupos de trabalho de reflexão e análise e no contacto regular com as populações», acentuou, frisando que: «É através do trabalho continuado, ouvindo as pessoas, o que sentem, o que pensam e o que necessitam que se produz aquelas que hão-de ser as propostas da CDU para os próximos actos eleitorais».
«Aquilo a que assistimos aqui hoje é sem dúvida a prova de que a CDU é a única alternativa da mudança que Odivelas urgentemente precisa. Estamos na rua, falamos com as pessoas, estamos ligados à vida e às realidades das freguesias, sabemos o que faz falta a Odivelas, conhecemos a realidade, somos de facto a alternativa que o concelho e as suas freguesias precisam», disse ainda, concluindo: «Este Encontro veio confirmar ser possível a vitória da CDU em Odivelas».
No final, Armindo Miranda, da Comissão Política do Comité Central do PCP, fez a análise da situação política nacional e internacional.
Ilídio Ferreira, vereador na Câmara Municipal, abriu o encontro caracterizando o que tem sido a actividade da CDU ao longo deste mandato, realçando a forma positiva como se tem feito oposição, «nunca enveredando pelo levantamento de falsos problemas, nem praticando chicana política», «o que é correcto votámos “sim”, o que é errado votámos “não”. Não há cedências», afirmou.
A necessidade de um novo PDM e a denúncia dos facilitismos urbanísticos, que fazem de Odivelas uma terra de prosperidade para construtores e promotores imobiliários, esteve, de igual forma, presente na intervenção do eleito do PCP.
«Se considerarmos a carga tributária, as graves deficiências na saúde, a deficiente acção social que afecta de forma directa as famílias, as crianças e os idosos, podemos considerar que Odivelas é tudo menos a “terra das oportunidades”. Podemos concluir que o PS trata mal as famílias de Odivelas», acusam, em nota de imprensa, os activistas da CDU.
Este encontro, que se realizou dia 25 de Outubro, na Sala Azul do Parque Urbano do Silvado, caracterizou ainda a gestão dos recursos humanos praticados pelo PS com a «silenciosa cumplicidade» do PSD.
«Neste município o Código do Trabalho entrou em vigor antes de ser publicado», recordam os eleitos e activistas do PCP, dando conta, entre muitos outros exemplos, da «proibição do pagamento de horas extraordinárias», o «estrangulamento das carreiras», as «opções minimalistas de higiene e segurança no trabalho», as «atitudes coercivas de condução à pré-reforma», o «escandaloso subaproveitamento dos recursos internos, coma passagem de serviços para a esfera dos privados».
«Clamoroso retrocesso»
Relativamente à «tão apregoada» recuperação financeira da autarquia, a CDU lembra que em três anos houve, efectivamente, uma diminuição da dívida à banca de 3,3 milhões de euros, «mas o que o PS anda a esconder é que nos mesmos três anos houve um aumento da dívida a fornecedores, praticamente do mesmo valor».
Também nas políticas sociais, no desporto, na educação, na cultura, nas políticas de saúde, no apoio ao movimento associativo e nas políticas da juventude, o concelho de Odivelas tem registado um «clamoroso retrocesso».
«No apoio à infância são mais de cinco mil as crianças sem acesso à rede pública ou social de creches e pré-escolar. O mesmo acontece com os idosos, onde a rede de centro do dia e apoio domiciliário é francamente insuficiente», acusam os comunistas, lamentando, ainda, a «visão economicista» da autarquia no que se refere ao movimento associativo.
Na educação, o Governo encerra escolas, retira autonomia de gestão aos professores, permite a entrada de privados na esfera da actividade educativa e, numa clara desresponsabilização, tenta passar para as autarquias responsabilidades numa área onde claramente falhou. «A curto prazo, o protocolo que prontamente o PS, em Odivelas, assinou com o Governo, irá transformar-se num pesadelo», avisam os eleitos e amigos do PCP.
Outro dos sectores que tem sofrido «maiores cortes financeiros» é a cultura. «A opção foi criar uma empresa municipal de largo espectro, nas competências e no dinheiro que arrecada do município, só no orçamento de 2008 foram mais de um milhão de euros que saíram dos cofres da autarquia para a Municipália, postos à disposição de uma política cultural elitista e centralista», informam.
Em matéria de equipamentos e cuidados de saúde, há muitos anos que não se vê um único investimento em todo o concelho, faltam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, meios de diagnóstico, instalações decentes.
Por outro lado, foi valorizada a gestão, por parte da CDU, de duas das sete freguesias do concelho (Caneças e Ramada). «Pese embora os cortes orçamentais feitos pela Câmara e a sua tentativa de diminuir as responsabilidades delegadas, os eleitos da CDU têm mantido o seu compromisso com as populações», asseguram os comunistas.
Trabalho continuado em Odivelas
Reflexão e análise para o futuro
A Deolinda Santos, do Secretariado da Comissão Concelhia de Odivelas do PCP, coube a intervenção de balanço dos resultados do encontro. «Aquilo a que aqui hoje assistimos é o resultado do intenso trabalho que há já alguns meses os activistas da CDU vêm desenvolvendo, integrados nos vários grupos de trabalho de reflexão e análise e no contacto regular com as populações», acentuou, frisando que: «É através do trabalho continuado, ouvindo as pessoas, o que sentem, o que pensam e o que necessitam que se produz aquelas que hão-de ser as propostas da CDU para os próximos actos eleitorais».
«Aquilo a que assistimos aqui hoje é sem dúvida a prova de que a CDU é a única alternativa da mudança que Odivelas urgentemente precisa. Estamos na rua, falamos com as pessoas, estamos ligados à vida e às realidades das freguesias, sabemos o que faz falta a Odivelas, conhecemos a realidade, somos de facto a alternativa que o concelho e as suas freguesias precisam», disse ainda, concluindo: «Este Encontro veio confirmar ser possível a vitória da CDU em Odivelas».
No final, Armindo Miranda, da Comissão Política do Comité Central do PCP, fez a análise da situação política nacional e internacional.