«Apoios urgentes» para a Margueira
O PCP questionou a Comissão Europeia sobre a atribuição de fundos comunitários para a requalificação dos antigos estaleiros navais da Margueira, em Almada, que se encontram desactivados desde o ano 2000.
Recuperar e valorizar o património industrial e naval
Num requerimento enviado à Comissão Europeia, a deputada Ilda Figueiredo, do PCP, refere que constatou «a necessidade de apoios urgentes» para reabilitar os terrenos da Margueira, questionando por isso a possibilidade de serem atribuídos fundos comunitários, que compensem «minimamente o município de Almada e as suas populações pela desactivação dos mais importantes estaleiros navais portugueses e um dos mais importantes do mundo».
No mesmo requerimento, Ilda Figueiredo questiona também que apoios comunitários podem ser concedidos «para recuperar e valorizar o património industrial e naval e promover o rio como centro de realização de festivais e eventos baseados na água».
Entretanto, em declarações à comunicação social, a presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, explicou que seria «desejável a existência de um pacote financeiro de Bruxelas» destinado à reconversão dos estaleiros navais, que funcionasse como uma forma de «recompensa» pela perda das indústrias com a integração na União Europeia.
O plano de reabilitação da frente ribeirinha nascente começou a ser traçado pela Câmara Municipal de Almada no 2000, aquando do encerramento da Lisnave, tendo sido apresentado ao Governo em 2005.
De acordo com a presidente da Câmara de Almada, o projecto definido para o local, intitulado «Almada Nascente, Cidade da Água», deverá ser aprovado pelo poder central «até ao final do ano».
«Em Portugal, estes processos de transformação são muito mais demorados do que noutros países, porque temos um poder ainda muito centralizado», lamentou Maria Emília de Sousa, acrescentando que assim que o projecto for aprovado pelo Governo ficará em condições de se proceder à sua gestão.
No mesmo requerimento, Ilda Figueiredo questiona também que apoios comunitários podem ser concedidos «para recuperar e valorizar o património industrial e naval e promover o rio como centro de realização de festivais e eventos baseados na água».
Entretanto, em declarações à comunicação social, a presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, explicou que seria «desejável a existência de um pacote financeiro de Bruxelas» destinado à reconversão dos estaleiros navais, que funcionasse como uma forma de «recompensa» pela perda das indústrias com a integração na União Europeia.
O plano de reabilitação da frente ribeirinha nascente começou a ser traçado pela Câmara Municipal de Almada no 2000, aquando do encerramento da Lisnave, tendo sido apresentado ao Governo em 2005.
De acordo com a presidente da Câmara de Almada, o projecto definido para o local, intitulado «Almada Nascente, Cidade da Água», deverá ser aprovado pelo poder central «até ao final do ano».
«Em Portugal, estes processos de transformação são muito mais demorados do que noutros países, porque temos um poder ainda muito centralizado», lamentou Maria Emília de Sousa, acrescentando que assim que o projecto for aprovado pelo Governo ficará em condições de se proceder à sua gestão.