Reinserção social sofre com o PRACE
Dezenas de trabalhadores dos Centros Educativos da Direcção-Geral de Reinserção Social concentraram-se em protesto, dia 16, diante da Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, contra o encerramento, no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado, de metade dos dez estabelecimentos existentes.
Numa moção aprovada e entregue no Conselho, os trabalhadores repudiaram os encerramentos e consideraram essencial a criação de mais centros, para permitir um real «acompanhamento efectivo e de qualidade» dos jovens que incorram em delinquências.
Os trabalhadores alertaram para a sua falta de formação em defesa pessoal, a ausência de meios para conter os educandos e de meios de alerta eficazes, em vez dos actuais, classificados como «obsoletos». Também foi exigida uma revisão da lei tutelar e o recrutamento de técnicos profissionais, superiores e psiquiatras, nestas áreas, em número suficiente.
No dia 13, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública promoveu uma vigília com o mesmo propósito, junto ao Centro Educativo da Bela Vista, em Lisboa.
Cai a máscara
Com a redução forçada de pessoal a obrigar a novos pedidos de recrutamento, a FNSFP/CGTP-IN considerou, num comunicado à imprensa de dia 6, que «a máscara do PRACE começa a cair», à medida que «começam a verificar-se as consequências reais da falta de pessoal».
A federação deu os exemplos do Ministério da Agricultura, do Instituto de Turismo de Portugal e do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres, onde dezenas de trabalhadores foram atirados para a mobilidade especial, e agora as mesmas instituições são obrigadas a recrutar trabalhadores com as mesmas categorias para o mesmo serviço.
Com a criação das Administrações de Região Hidrográfica (ARH), o Governo, através do PRACE e por via de despachos, está também a recontratar trabalhadores das Comissões Coordenadoras de Desenvolvimento Regional para as ARH, alertou a federação, salientando que, em alguns locais, a transição depende da abdicação, por parte dos trabalhadores, do vínculo de emprego público.
A federação também repudiou, dia 9, a extinção dos Gabinetes de Apoio Técnico e a colocação dos seus trabalhadores na mobilidade.
Numa moção aprovada e entregue no Conselho, os trabalhadores repudiaram os encerramentos e consideraram essencial a criação de mais centros, para permitir um real «acompanhamento efectivo e de qualidade» dos jovens que incorram em delinquências.
Os trabalhadores alertaram para a sua falta de formação em defesa pessoal, a ausência de meios para conter os educandos e de meios de alerta eficazes, em vez dos actuais, classificados como «obsoletos». Também foi exigida uma revisão da lei tutelar e o recrutamento de técnicos profissionais, superiores e psiquiatras, nestas áreas, em número suficiente.
No dia 13, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública promoveu uma vigília com o mesmo propósito, junto ao Centro Educativo da Bela Vista, em Lisboa.
Cai a máscara
Com a redução forçada de pessoal a obrigar a novos pedidos de recrutamento, a FNSFP/CGTP-IN considerou, num comunicado à imprensa de dia 6, que «a máscara do PRACE começa a cair», à medida que «começam a verificar-se as consequências reais da falta de pessoal».
A federação deu os exemplos do Ministério da Agricultura, do Instituto de Turismo de Portugal e do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres, onde dezenas de trabalhadores foram atirados para a mobilidade especial, e agora as mesmas instituições são obrigadas a recrutar trabalhadores com as mesmas categorias para o mesmo serviço.
Com a criação das Administrações de Região Hidrográfica (ARH), o Governo, através do PRACE e por via de despachos, está também a recontratar trabalhadores das Comissões Coordenadoras de Desenvolvimento Regional para as ARH, alertou a federação, salientando que, em alguns locais, a transição depende da abdicação, por parte dos trabalhadores, do vínculo de emprego público.
A federação também repudiou, dia 9, a extinção dos Gabinetes de Apoio Técnico e a colocação dos seus trabalhadores na mobilidade.