É tempo de lutar contra o desemprego
O PCP promoveu, anteontem, 21, diversas acções de contacto e mobilização dos trabalhadores para a luta contra o desemprego e por uma ruptura com a política de direita.
O País precisa de uma ruptura com a política de direita
Integrada na campanha «É tempo de Lutar. É tempo de mudar – mais força ao PCP», realizou-se, anteontem, um pouco por todo o País, um significativo conjunto de iniciativas contra a destruição de postos de trabalho.
Em causa está a contínua subida da taxa de desemprego que atinge um dos mais elevados valores dos últimos 20 anos.
Em Coimbra, ao final da tarde, na Praça 8 de Maio, o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, encontrou-se com trabalhadores de empresas encerradas naquele distrito, como a Estaco ou a Sociedade de Porcelanas e Mármores Batanete.
Em termos anuais, refere uma nota do Gabinete de Imprensa do PCP, o desemprego atingiu «os 7,6 por cento e o número de desempregados ultrapassou os 430 mil, com o desemprego de longa duração a atingir os 50 por cento e o número de jovens desempregados, com menos de 25 anos, a chegar perto dos 82 mil».
Simultaneamente, lembra o texto publicado na página de Internet do Partido, «diminuiu a protecção aos desempregados», facto que se traduz na existência de cada vez mais trabalhadores sem direito a qualquer prestação social quando em situação de desemprego.
Consequência da política de direita
É cada vez mais evidente o abandono por parte do Governo da promessa eleitoral de criação de 150 mil novos postos de trabalho, assim como é nítido que a política económica que tem sido seguida, subordinada ao pacto de estabilidade e ao défice das contas públicas e abertamente em contraste com os interesses e aspirações do povo e do País, é responsável pelo aumento do desemprego.
Acresce a tentativa do PS de alterar, para pior, o Código do Trabalho, proposta que «visa a redução dos salários e remunerações, a desregulação dos horários de trabalho e a promoção do trabalho extraordinário não remunerado, pondo em causa o emprego, legalizando a precariedade, atacando os direitos e contribuindo objectivamente para o aumento do desemprego», continua o documento.
Os comunistas não se resignam e reafirmam que o desemprego não é uma fatalidade e pode ser combatido. «O País precisa de uma ruptura com a política de direita, que assegure aos trabalhadores e ao povo português progresso, direitos, condições de vida dignas e não o regresso ao passado», reitera o PCP.
Em causa está a contínua subida da taxa de desemprego que atinge um dos mais elevados valores dos últimos 20 anos.
Em Coimbra, ao final da tarde, na Praça 8 de Maio, o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, encontrou-se com trabalhadores de empresas encerradas naquele distrito, como a Estaco ou a Sociedade de Porcelanas e Mármores Batanete.
Em termos anuais, refere uma nota do Gabinete de Imprensa do PCP, o desemprego atingiu «os 7,6 por cento e o número de desempregados ultrapassou os 430 mil, com o desemprego de longa duração a atingir os 50 por cento e o número de jovens desempregados, com menos de 25 anos, a chegar perto dos 82 mil».
Simultaneamente, lembra o texto publicado na página de Internet do Partido, «diminuiu a protecção aos desempregados», facto que se traduz na existência de cada vez mais trabalhadores sem direito a qualquer prestação social quando em situação de desemprego.
Consequência da política de direita
É cada vez mais evidente o abandono por parte do Governo da promessa eleitoral de criação de 150 mil novos postos de trabalho, assim como é nítido que a política económica que tem sido seguida, subordinada ao pacto de estabilidade e ao défice das contas públicas e abertamente em contraste com os interesses e aspirações do povo e do País, é responsável pelo aumento do desemprego.
Acresce a tentativa do PS de alterar, para pior, o Código do Trabalho, proposta que «visa a redução dos salários e remunerações, a desregulação dos horários de trabalho e a promoção do trabalho extraordinário não remunerado, pondo em causa o emprego, legalizando a precariedade, atacando os direitos e contribuindo objectivamente para o aumento do desemprego», continua o documento.
Os comunistas não se resignam e reafirmam que o desemprego não é uma fatalidade e pode ser combatido. «O País precisa de uma ruptura com a política de direita, que assegure aos trabalhadores e ao povo português progresso, direitos, condições de vida dignas e não o regresso ao passado», reitera o PCP.