Valorizar os salários
O Secretário-geral do Partido esteve em Aveiro no dia 14 a participar numa sessão pública dedicada à questão dos salários e das injustiças sociais. Na iniciativa, que decorreu na rua, em frente à Biblioteca Municipal, e que chamou a atenção dos muitos populares que, àquela hora, ali circulavam, participaram também dirigentes sindicais de vários sectores.
Isabel Cristina, dos têxteis, denunciou os baixos salários que caracterizam o sector, e cuja referência é a aplicação do Salário Mínimo Nacional. Adelino Nunes, dos metalúrgicos, referiu a política seguida pelo do sector, ao contratarem trabalhadores precários, com salários muito inferiores aos auferidos pelos trabalhadores efectivos.
Andrea Araújo, do comércio e serviços, trouxe o exemplo das grandes superfícies, que contratam trabalhadores a tempo parcial (na sua maioria mulheres) com a justificação de que isso é positivo para a vida familiar. Mas, de facto, o que lhes interessa são os horários ao fim de semana e à noite – momentos que as famílias poderiam usufruir em comum – sendo que o objectivo de reduzir os salários é claro.
Justino Pereira, do sector químico, contou que a luta do dia 1 de Outubro, na Flexipol, motivou a reacção da empresa de ameaçar proibir a entrada do sindicato nas suas instalações. Mas, como o referiu o dirigente sindical, está já marcado novo plenário.
João Frazão, da Comissão Política do Partido, revelou que «cerca de 90 por cento dos salários dos trabalhadores do sector privado está da abaixo média nacional». Prosseguindo, lembrou que «este foi o distrito do Oásis, o distrito das oportunidades». «Aveiro só ainda não é o distrito dos salários dignos e continua sendo o distrito da exploração.»
A terminar, Jerónimo de Sousa reafirmou a proposta do Partido de valorização dos salários e das pensões. Esta medida, que teria um largo alcance social, teria também um significado económico, pois só com o aumento generalizado dos salários e das pensões e reformas pode haver aumento do consumo interno.
Isabel Cristina, dos têxteis, denunciou os baixos salários que caracterizam o sector, e cuja referência é a aplicação do Salário Mínimo Nacional. Adelino Nunes, dos metalúrgicos, referiu a política seguida pelo do sector, ao contratarem trabalhadores precários, com salários muito inferiores aos auferidos pelos trabalhadores efectivos.
Andrea Araújo, do comércio e serviços, trouxe o exemplo das grandes superfícies, que contratam trabalhadores a tempo parcial (na sua maioria mulheres) com a justificação de que isso é positivo para a vida familiar. Mas, de facto, o que lhes interessa são os horários ao fim de semana e à noite – momentos que as famílias poderiam usufruir em comum – sendo que o objectivo de reduzir os salários é claro.
Justino Pereira, do sector químico, contou que a luta do dia 1 de Outubro, na Flexipol, motivou a reacção da empresa de ameaçar proibir a entrada do sindicato nas suas instalações. Mas, como o referiu o dirigente sindical, está já marcado novo plenário.
João Frazão, da Comissão Política do Partido, revelou que «cerca de 90 por cento dos salários dos trabalhadores do sector privado está da abaixo média nacional». Prosseguindo, lembrou que «este foi o distrito do Oásis, o distrito das oportunidades». «Aveiro só ainda não é o distrito dos salários dignos e continua sendo o distrito da exploração.»
A terminar, Jerónimo de Sousa reafirmou a proposta do Partido de valorização dos salários e das pensões. Esta medida, que teria um largo alcance social, teria também um significado económico, pois só com o aumento generalizado dos salários e das pensões e reformas pode haver aumento do consumo interno.