Faltam auxiliares nas escolas
A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública refutou, «por completo», num comunicado de dia 16, recentes afirmações da ministra da Educação, segundo as quais haveria cerca de cinco mil funcionários auxiliares a mais nas escolas públicas.
A federação considera que a tutela está a tentar aproveitar a transferência de competências para as autarquias, para «lançar no desemprego mais cinco mil trabalhadores». «Se existissem auxiliares a mais, como se compreende que todos os anos as escolas reclamem a renovação dos respectivos contratos», perguntou a federação.
Outra medida «errada e economicista» tomada pelo mesmo Ministério, segundo a federação, foi o fecho de metade dos Centros Educativos, por todo o País, em resultado da aplicação do PRACE, que também levou à redução «gritante» de técnicos profissionais de reinserção social e «originou uma deficiente reeducação dos jovens», comprovada recentemente num relatório da Comissão de Fiscalização de Centros Educativos.
A federação considera que a tutela está a tentar aproveitar a transferência de competências para as autarquias, para «lançar no desemprego mais cinco mil trabalhadores». «Se existissem auxiliares a mais, como se compreende que todos os anos as escolas reclamem a renovação dos respectivos contratos», perguntou a federação.
Outra medida «errada e economicista» tomada pelo mesmo Ministério, segundo a federação, foi o fecho de metade dos Centros Educativos, por todo o País, em resultado da aplicação do PRACE, que também levou à redução «gritante» de técnicos profissionais de reinserção social e «originou uma deficiente reeducação dos jovens», comprovada recentemente num relatório da Comissão de Fiscalização de Centros Educativos.