Dia de luta em todo o País
A CGTP-IN convocou para a próxima quarta-feira um «dia nacional de luta», que vai envolver muitos milhares de trabalhadores, em greves totais ou parciais, plenários, concentrações e outras acções com impacto público.
É tempo de lutar para mudar
«Por melhores salários, por emprego sem precariedade, contra esta revisão do Código do Trabalho», a jornada de 1 de Outubro tem sido preparada em inúmeros plenários, reuniões e contactos mais informais com trabalhadores. A mais de uma semana de distância, Arménio Carlos, da Comissão Executiva da CGTP-IN, antecipou ao Avante! um quadro das acções já agendadas ou em preparação, que dá uma ideia da forte expressão que o protesto deverá atingir.
Os sindicatos da Função Pública, da administração local e dos enfermeiros convocaram greves de 24 horas (ou de 48 horas, no caso da Enfermagem, onde a luta se inicia dia 30). Ainda na Administração Pública, está marcada uma dezena de plenários distritais de professores, enquanto os enfermeiros realizam uma concentração nacional junto ao Ministério da Saúde (ver pág. 13).
Foram apresentados pré-avisos de greve, para todo o dia 1, por federações e sindicatos da Cerâmica, Cimento e Vidros, da Metalurgia, Química, Farmacêutica, Indústrias Eléctricas, Energia e Minas, dos Ferroviários, do Transporte Pesado de Passageiros. Nestes sectores, os trabalhadores decidem, em cada caso concreto, a forma de participação colectiva no dia nacional de luta, explicou Arménio Carlos que, como a generalidade dos dirigentes da central, das federações, uniões e sindicatos, tem estado presente nestes dias em diversos plenários de preparação da jornada.
Em várias empresas, a greve tem já os contornos definidos e, em muitas situações, está igualmente decidida a integração dos trabalhadores em iniciativas públicas, como concentrações distritais e outras, já marcadas para o Porto (na CIP e no Ministério do Trabalho), Aveiro (zonas industriais), Braga (ida ao Governo Civil), Agualva-Cacém, Sacavém, Marinha Grande, Peniche, Coimbra, Castelo Branco, Viseu, Abrantes, Portalegre, Barreiro.
No sector dos transportes, estão agendadas greves de duas horas na Transtejo e na Soflusa (de 1 a 3 de Outubro), e, abrangendo o período da manhã, na Transportes Sul do Tejo, EVA, Rodoviária de Lisboa, Scotturb, Vimeca e Lusitânia. Na CP, na EMEF e na Refer, a greve é de 24 horas, mas estão previstas paralisações noutras importantes empresas, como a Transdev, os metros do Porto e de Mirandela, a S2M.
Vão realizar-se plenários na Carris, nos Transportes Urbanos de Guimarães, na TAP e Groundforce) e na Fertagus.
Para os CTT, está marcada uma greve de 48 horas, a iniciar-se terça-feira (dia para que tem lugar uma manifestação na baixa de Lisboa).
Os sindicatos da Função Pública, da administração local e dos enfermeiros convocaram greves de 24 horas (ou de 48 horas, no caso da Enfermagem, onde a luta se inicia dia 30). Ainda na Administração Pública, está marcada uma dezena de plenários distritais de professores, enquanto os enfermeiros realizam uma concentração nacional junto ao Ministério da Saúde (ver pág. 13).
Foram apresentados pré-avisos de greve, para todo o dia 1, por federações e sindicatos da Cerâmica, Cimento e Vidros, da Metalurgia, Química, Farmacêutica, Indústrias Eléctricas, Energia e Minas, dos Ferroviários, do Transporte Pesado de Passageiros. Nestes sectores, os trabalhadores decidem, em cada caso concreto, a forma de participação colectiva no dia nacional de luta, explicou Arménio Carlos que, como a generalidade dos dirigentes da central, das federações, uniões e sindicatos, tem estado presente nestes dias em diversos plenários de preparação da jornada.
Em várias empresas, a greve tem já os contornos definidos e, em muitas situações, está igualmente decidida a integração dos trabalhadores em iniciativas públicas, como concentrações distritais e outras, já marcadas para o Porto (na CIP e no Ministério do Trabalho), Aveiro (zonas industriais), Braga (ida ao Governo Civil), Agualva-Cacém, Sacavém, Marinha Grande, Peniche, Coimbra, Castelo Branco, Viseu, Abrantes, Portalegre, Barreiro.
No sector dos transportes, estão agendadas greves de duas horas na Transtejo e na Soflusa (de 1 a 3 de Outubro), e, abrangendo o período da manhã, na Transportes Sul do Tejo, EVA, Rodoviária de Lisboa, Scotturb, Vimeca e Lusitânia. Na CP, na EMEF e na Refer, a greve é de 24 horas, mas estão previstas paralisações noutras importantes empresas, como a Transdev, os metros do Porto e de Mirandela, a S2M.
Vão realizar-se plenários na Carris, nos Transportes Urbanos de Guimarães, na TAP e Groundforce) e na Fertagus.
Para os CTT, está marcada uma greve de 48 horas, a iniciar-se terça-feira (dia para que tem lugar uma manifestação na baixa de Lisboa).