Atentado à economia nacional
A privatização dos últimos 7% de capital do Estado na GALP Energia constitui um duro ataque à economia e à soberanias nacionais e atenta contra os interesses do povo português, afirma o Gabinete de Imprensa do PCP. Aliás, numa situação de crise económica e energética mundiais, como a que hoje se vive, a participação do Estado em sectores chave da economia, especialmente no sector energético, é um «garante da soberania do país e da capacidade de intervenção directa na política de preços dos combustíveis e do restante sector energético».
Esta alienação de capital da Galp só acontece, pois, diz o PCP, porque o Governo PS «hipervaloriza o equilíbrio das contas públicas em detrimento do crescimento económico e de uma justa distribuição da riqueza nacional». Assim, abdica de vultosas receitas para o Estado e entrega ao capital privado a totalidade de uma empresa chave da economia portuguesa, que só no 1.º trimestre do corrente ano obteve 250 milhões de euros de lucro.
Esta alienação de capital da Galp só acontece, pois, diz o PCP, porque o Governo PS «hipervaloriza o equilíbrio das contas públicas em detrimento do crescimento económico e de uma justa distribuição da riqueza nacional». Assim, abdica de vultosas receitas para o Estado e entrega ao capital privado a totalidade de uma empresa chave da economia portuguesa, que só no 1.º trimestre do corrente ano obteve 250 milhões de euros de lucro.