Festa da Unidade
Nos dias 1 e 2 de Agosto realizou-se mais uma edição da Festa da Unidade, promovida pela Comissão de Freguesia de São Pedro da Cova do PCP, que contou com a participação de centenas de pessoas.
A Festa da Unidade já conquistou o seu lugar em São Pedro da Cova
O espaço escolhido para a festa comportava, além do palco principal e de um outro para teatro, um stand da JCP onde se vendia, entre outras coisas, o AGIT, ficando localizada logo ali ao lado a Tômbola da Unidade e o stand da alimentação. E foram muitos os que, durante os dois dias da Festa, nas mesas ali colocadas para o efeito ou ao balcão, jantaram e petiscaram, tirando partido da ementa onde não faltavam as sardinhas assadas, os rojões, o caldo verde, as tripas, entre outros pratos típicos.
Numa das laterais do espaço da festa, esteve montado um mural, onde figurava uma exposição comemorativa dos 190 anos do nascimento de Karl Marx e uma outra de homenagem a Joaquim Rafael, neste ano em que se comemora o centésimo aniversário do seu nascimento.
O fado marcou presença na noite de abertura da Festa da Unidade onde os muitos camaradas e amigos presentes puderam ouvir e ver, no palco principal, diversos fadistas que preencheram mais de duas horas duma noite onde a temperatura ajudou ao salutar convívio que ali se viveu.
A noite do segundo dia da Festa da Unidade foi animada por um trio musical cujo reportório incluía canções do Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e música tradicional portuguesa. Estes momentos musicais foram antecedidos por uma peça de teatro que se intitula «Até às lágrimas», que retrata as torturas sofridas pelos presos políticos e a inevitável convivência de sentimentos como o medo, a coragem, a resistência e o terror de todos aqueles que lutaram pela liberdade.
PCP é indispensável
A intervenção política dessa noite foi iniciada pelo membro da JCP, Ivo Pereira, que realçou a importância daquela iniciativa onde, durante o seu decorrer, se filiaram seis novos militantes.
Daniel Vieira, responsável da Comissão de Freguesia de S. Pedro da Cova, saudou todos os presentes, principalmente aqueles que, «não sendo militantes, reconhecem o PCP como uma força política indispensável, sempre presente junto das populações». Saudou ainda todos aqueles que com o seu trabalho militante e voluntário permitem, ano após ano, a realização daquela iniciativa.
Relativamente ao concelho de Gondomar, Daniel Vieira verifica que «os principais responsáveis políticos estão mais preocupados com problemas pessoais com a justiça do que com os reais problemas» daquele município. E exemplificou, referindo os «aumentos da água», os «escandalosos preços» dos saneamentos e a falta de recolha de lixo em vários dias da semana.
A última intervenção da noite coube a Ângelo Alves, da Comissão Política. O dirigente comunista considerou que a Festa da Unidade traduz a «vontade inquebrantável do PCP de estar junto dos trabalhadores e do povo». Relativamente à situação social do País, referiu um enorme agravamento das condições de vida com o reaparecimento dos relatos de «dificuldades, de pobreza e até de fome», com particular incidência no norte. Também a emigração em massa regressa.
O dirigente do PCP considerou que este é «um Governo sem palavra», lembrando as promessas eleitorais não cumpridas. Entre elas, contam-se a criação de 150 mil postos de trabalho, o crescimento económico de 3 por cento ou o referendo ao tratado europeu.
Lembrando o aumento dos lucros das grandes empresas, Ângelo Alves relacionou-os com o brutal aumento dos preços para os utentes. Os aumentos dos preços dos combustíveis, lembrou, foram «muito superiores ao aumento do preço do barril de petróleo».
Acusando o Governo de ser «forte com os fracos», o dirigente do PCP realçou que a alternativa é
uma ruptura com esta «política de desastre». E o caminho mais seguro para isto é o reforço do PCP.
Numa das laterais do espaço da festa, esteve montado um mural, onde figurava uma exposição comemorativa dos 190 anos do nascimento de Karl Marx e uma outra de homenagem a Joaquim Rafael, neste ano em que se comemora o centésimo aniversário do seu nascimento.
O fado marcou presença na noite de abertura da Festa da Unidade onde os muitos camaradas e amigos presentes puderam ouvir e ver, no palco principal, diversos fadistas que preencheram mais de duas horas duma noite onde a temperatura ajudou ao salutar convívio que ali se viveu.
A noite do segundo dia da Festa da Unidade foi animada por um trio musical cujo reportório incluía canções do Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e música tradicional portuguesa. Estes momentos musicais foram antecedidos por uma peça de teatro que se intitula «Até às lágrimas», que retrata as torturas sofridas pelos presos políticos e a inevitável convivência de sentimentos como o medo, a coragem, a resistência e o terror de todos aqueles que lutaram pela liberdade.
PCP é indispensável
A intervenção política dessa noite foi iniciada pelo membro da JCP, Ivo Pereira, que realçou a importância daquela iniciativa onde, durante o seu decorrer, se filiaram seis novos militantes.
Daniel Vieira, responsável da Comissão de Freguesia de S. Pedro da Cova, saudou todos os presentes, principalmente aqueles que, «não sendo militantes, reconhecem o PCP como uma força política indispensável, sempre presente junto das populações». Saudou ainda todos aqueles que com o seu trabalho militante e voluntário permitem, ano após ano, a realização daquela iniciativa.
Relativamente ao concelho de Gondomar, Daniel Vieira verifica que «os principais responsáveis políticos estão mais preocupados com problemas pessoais com a justiça do que com os reais problemas» daquele município. E exemplificou, referindo os «aumentos da água», os «escandalosos preços» dos saneamentos e a falta de recolha de lixo em vários dias da semana.
A última intervenção da noite coube a Ângelo Alves, da Comissão Política. O dirigente comunista considerou que a Festa da Unidade traduz a «vontade inquebrantável do PCP de estar junto dos trabalhadores e do povo». Relativamente à situação social do País, referiu um enorme agravamento das condições de vida com o reaparecimento dos relatos de «dificuldades, de pobreza e até de fome», com particular incidência no norte. Também a emigração em massa regressa.
O dirigente do PCP considerou que este é «um Governo sem palavra», lembrando as promessas eleitorais não cumpridas. Entre elas, contam-se a criação de 150 mil postos de trabalho, o crescimento económico de 3 por cento ou o referendo ao tratado europeu.
Lembrando o aumento dos lucros das grandes empresas, Ângelo Alves relacionou-os com o brutal aumento dos preços para os utentes. Os aumentos dos preços dos combustíveis, lembrou, foram «muito superiores ao aumento do preço do barril de petróleo».
Acusando o Governo de ser «forte com os fracos», o dirigente do PCP realçou que a alternativa é
uma ruptura com esta «política de desastre». E o caminho mais seguro para isto é o reforço do PCP.