Momentos de solidariedade, fraternidade e militância
30 anos depois da sua primeira edição, realizou-se, em Braga, nos dias 19 e 20 de Julho, a 15.º edição da Festa da Alegria. Espaço de solidariedade, de fraternidade, de convívio, de cultura e de intervenção política, esta foi, de igual forma, a Festa da juventude, demonstrando a capacidade de atracção, ao contrário do que muitos ou querem fazem crer, dos mais novos ao PCP. Um Partido, como disse Jerónimo de Sousa, no domingo, no comício de encerramento, «com valores, com uma política de verdade, com um projecto de justiça social e de progresso, força real na oposição a esta política de direita, que não limita a sua intervenção e acção em vésperas de eleições, antes no tempo todo que for preciso, em todos os dias, onde existir uma causa justa, um problema concreto, uma aspiração concreta, lá estarão os comunistas».
Durante estes dois dias, onde o vermelho rubro se misturou com os tons da luta, os visitantes usufruiram de um magnífico ambiente de animação onde não faltou a música, o teatro, o artesanato, o desporto, a poesia, os livros e os discos. A gastronomia foi outro dos pontos fortes. Uma viagem, assegurada pelas Organizações do Partido, pelo mundo dos sabores que passou pelo rancho mirandelense, de Bragança, um dos pratos mais procurados do recinto, até aos caracóis de Lisboa.
Na Festa da Alegria, como não podia deixar de ser, realizaram-se também vários debates, com destaque para a homenagem a Lino Lima, comunista, de Braga, que lutou e mobilizou o povo contra o fascismo. As exposições ilustraram temas como «Iraque: cinco anos de guerra e de ocupação», «Os 90 anos da Revolução Socialista de Outubro» e «Lino Lima o resistente e o militante». No espaço da JCP falou-se de «Abril – Direitos para todos. Todos pelos Direitos de Abril».
No final, como sublinhou o secretário-geral do PCP, sobrou «a alegria, a confiança bastantes para prosseguirmos os nossos combates por uma vida melhor, por um País mais justo de progresso e democrático».
Durante estes dois dias, onde o vermelho rubro se misturou com os tons da luta, os visitantes usufruiram de um magnífico ambiente de animação onde não faltou a música, o teatro, o artesanato, o desporto, a poesia, os livros e os discos. A gastronomia foi outro dos pontos fortes. Uma viagem, assegurada pelas Organizações do Partido, pelo mundo dos sabores que passou pelo rancho mirandelense, de Bragança, um dos pratos mais procurados do recinto, até aos caracóis de Lisboa.
Na Festa da Alegria, como não podia deixar de ser, realizaram-se também vários debates, com destaque para a homenagem a Lino Lima, comunista, de Braga, que lutou e mobilizou o povo contra o fascismo. As exposições ilustraram temas como «Iraque: cinco anos de guerra e de ocupação», «Os 90 anos da Revolução Socialista de Outubro» e «Lino Lima o resistente e o militante». No espaço da JCP falou-se de «Abril – Direitos para todos. Todos pelos Direitos de Abril».
No final, como sublinhou o secretário-geral do PCP, sobrou «a alegria, a confiança bastantes para prosseguirmos os nossos combates por uma vida melhor, por um País mais justo de progresso e democrático».