Por uma condição militar digna
Mais de centena e meia de sargentos e outros militares dos três ramos das Forças Armadas participaram, dia 28, na «Jornada Nacional em defesa da condição militar, da operacionalidade, da coesão e da disciplina das forças Armadas», promovida pela Associação Nacional de Sargentos, no Largo de Camões, em Lisboa.
À mesma hora e em todas as unidades do País, os militares permaneceram no seu posto um pouco mais de tempo do que o habitual, em solidariedade com a concentração, dando-lhe uma dimensão nacional, revelou ao Avante!, o dirigente da ANS, Lima Coelho.
Num comunicado divulgado na acção, a ANS apela ao Governo para que cumpra dezenas de leis em vigor, saldando a dívida superior a mil milhões de euros aos militares. Devido a essa dívida, «os militares vêem sonegada, a si e aos seus familiares, uma qualidade de vida digna», afirmou o presidente da ANS.
Em sede de recurso encontra-se a maior parte dos 50 processos disciplinares instaurados por via de actividades associativas. A ANS exige que a situação se resolva com uma amnistia.
O cumprimento da Lei do associativismo, a revisão do Regulamento de Disciplina Militar de acordo com as novas missões, a eliminação da discriminação negativa aplicada aos militares no recurso aos tribunais administrativos e um sistema de assistência na saúde com qualidade para os militares e suas famílias, assente nos hospitais militares são outras das reivindicações contidas no documento divulgado.
Para ontem à tarde, a ANS e a Associação de Praças da Armada convocaram um desfile «Em defesa da condição militar», do Largo de Camões até à Assembleia da República.
À mesma hora e em todas as unidades do País, os militares permaneceram no seu posto um pouco mais de tempo do que o habitual, em solidariedade com a concentração, dando-lhe uma dimensão nacional, revelou ao Avante!, o dirigente da ANS, Lima Coelho.
Num comunicado divulgado na acção, a ANS apela ao Governo para que cumpra dezenas de leis em vigor, saldando a dívida superior a mil milhões de euros aos militares. Devido a essa dívida, «os militares vêem sonegada, a si e aos seus familiares, uma qualidade de vida digna», afirmou o presidente da ANS.
Em sede de recurso encontra-se a maior parte dos 50 processos disciplinares instaurados por via de actividades associativas. A ANS exige que a situação se resolva com uma amnistia.
O cumprimento da Lei do associativismo, a revisão do Regulamento de Disciplina Militar de acordo com as novas missões, a eliminação da discriminação negativa aplicada aos militares no recurso aos tribunais administrativos e um sistema de assistência na saúde com qualidade para os militares e suas famílias, assente nos hospitais militares são outras das reivindicações contidas no documento divulgado.
Para ontem à tarde, a ANS e a Associação de Praças da Armada convocaram um desfile «Em defesa da condição militar», do Largo de Camões até à Assembleia da República.