PCP contra silenciamento nas televisões
O PCP enviou anteontem, aos directores de Informação da RTP, da SIC e da TVI, um protesto contra o silenciamento da iniciativa política do Partido durante o mês de Maio.
No documento, assinado por Vasco Cardoso, da Comissão Política, começa-se por recordar que, no mês passado, «o PCP manteve uma fortíssima actividade e iniciativa política de denúncia da ofensiva do Governo contra os trabalhadores e o povo português e de afirmação das suas propostas para resolução dos graves problemas do País». Esta intervenção «teve uma ampla expressão na Assembleia da República, no Parlamento Europeu, mas também através da participação e intervenção de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, em muitas destas iniciativas, num quadro de grande actividade partidária, que não tem paralelo na realidade nacional».
Ora, «esta expressiva e diversificada intervenção não teve a correspondente cobertura e destaque» por parte das estações televisivas. Em cada uma das missivas, são apontadas situações concretas ao director de Informação.
Entre outras iniciativas, a RTP ignorou a presença do secretário-geral do PCP em França e no Luxemburgo (dias 3 e 4), o encontro com orizicultores do Baixo Mondego, na Figueira da Foz (dia 23), a realização do Encontro Nacional do PCP sobre educação (dia 31), e um grande comício realizado em Guimarães, no passado domingo.
Acresce a estes factos uma inexplicável ausência de qualquer dirigente do PCP, incluindo o seu secretário-geral, em qualquer entrevista promovida pela RTP, nos últimos meses - refere-se no protesto endereçado a José Alberto Carvalho.
Entre outras, a SIC ignorou a deslocação de Jerónimo de Sousa a França e ao Luxemburgo, o encontro com jovens militantes do PCP no âmbito da preparação do 18.º Congresso (dia 13), a realização de dois encontros nacionais do Partido, sobre os direitos das mulheres e sobre educação (dias 10 e 31), a homenagem a Catarina Eufémia, em Baleizão (dia 25), uma marcha de protesto contra o aumento custo de vida, em Queluz (dia 28), e o comício de domingo, em Guimarães.
«Observando os noticiários da vossa estação de televisão, quer em sinal aberto, quer por cabo, verificamos que tudo coube dentro dos critérios televisivos da vossa estação, menos a iniciativa política do PCP, o que constitui uma inaceitável atitude de omissão da acção do PCP e negação do direito à informação» - afirma-se no protesto enviado a Alcides Vieira.
Por parte da TVI, entre outras iniciativas, foram ignoradas a ida do secretário-geral do PCP a França e ao Luxemburgo (dias 3 e 4), o encontro de Jerónimo de Sousa com jovens militantes (dia 13), os dois encontros nacionais, sobre os direitos das mulheres e sobre educação (dias 10 e 31), o encontro com orizicultores do Baixo Mondego (dia 23), a homenagem a Catarina Eufémia (dia 25), a marcha em Queluz (dia 28) e o grande comício em Guimarães.
No protesto que seguiu para João Maia Abreu, salienta-se que «a permanente ausência por parte da TVI na cobertura da actividade política do PCP, que a presença do secretário-geral do PCP no Jornal Nacional de dia 30 não anula ou justifica, constitui uma inaceitável atitude de omissão da acção do PCP e a negação do direito à informação».
Aos três directores, o PCP reafirma que, «a uma sociedade que se quer livre, democrática e plural, deve corresponder também uma comunicação social que respeite os mais elementares princípios de pluralidade democrática e que não se limite à cobertura da iniciativa e propaganda do Governo PS e da vida interna do PSD como aconteceu durante este último mês».
O Partido declara que «não se conforma», protesta «contra o deliberado silenciamento do PCP» por parte das televisões e exige que a RTP, a SIC e a TVI procedam «à cobertura, em igualdade de circunstâncias com as restantes forças políticas, da actividade e intervenção do PCP na sociedade portuguesa».
No documento, assinado por Vasco Cardoso, da Comissão Política, começa-se por recordar que, no mês passado, «o PCP manteve uma fortíssima actividade e iniciativa política de denúncia da ofensiva do Governo contra os trabalhadores e o povo português e de afirmação das suas propostas para resolução dos graves problemas do País». Esta intervenção «teve uma ampla expressão na Assembleia da República, no Parlamento Europeu, mas também através da participação e intervenção de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, em muitas destas iniciativas, num quadro de grande actividade partidária, que não tem paralelo na realidade nacional».
Ora, «esta expressiva e diversificada intervenção não teve a correspondente cobertura e destaque» por parte das estações televisivas. Em cada uma das missivas, são apontadas situações concretas ao director de Informação.
Entre outras iniciativas, a RTP ignorou a presença do secretário-geral do PCP em França e no Luxemburgo (dias 3 e 4), o encontro com orizicultores do Baixo Mondego, na Figueira da Foz (dia 23), a realização do Encontro Nacional do PCP sobre educação (dia 31), e um grande comício realizado em Guimarães, no passado domingo.
Acresce a estes factos uma inexplicável ausência de qualquer dirigente do PCP, incluindo o seu secretário-geral, em qualquer entrevista promovida pela RTP, nos últimos meses - refere-se no protesto endereçado a José Alberto Carvalho.
Entre outras, a SIC ignorou a deslocação de Jerónimo de Sousa a França e ao Luxemburgo, o encontro com jovens militantes do PCP no âmbito da preparação do 18.º Congresso (dia 13), a realização de dois encontros nacionais do Partido, sobre os direitos das mulheres e sobre educação (dias 10 e 31), a homenagem a Catarina Eufémia, em Baleizão (dia 25), uma marcha de protesto contra o aumento custo de vida, em Queluz (dia 28), e o comício de domingo, em Guimarães.
«Observando os noticiários da vossa estação de televisão, quer em sinal aberto, quer por cabo, verificamos que tudo coube dentro dos critérios televisivos da vossa estação, menos a iniciativa política do PCP, o que constitui uma inaceitável atitude de omissão da acção do PCP e negação do direito à informação» - afirma-se no protesto enviado a Alcides Vieira.
Por parte da TVI, entre outras iniciativas, foram ignoradas a ida do secretário-geral do PCP a França e ao Luxemburgo (dias 3 e 4), o encontro de Jerónimo de Sousa com jovens militantes (dia 13), os dois encontros nacionais, sobre os direitos das mulheres e sobre educação (dias 10 e 31), o encontro com orizicultores do Baixo Mondego (dia 23), a homenagem a Catarina Eufémia (dia 25), a marcha em Queluz (dia 28) e o grande comício em Guimarães.
No protesto que seguiu para João Maia Abreu, salienta-se que «a permanente ausência por parte da TVI na cobertura da actividade política do PCP, que a presença do secretário-geral do PCP no Jornal Nacional de dia 30 não anula ou justifica, constitui uma inaceitável atitude de omissão da acção do PCP e a negação do direito à informação».
Aos três directores, o PCP reafirma que, «a uma sociedade que se quer livre, democrática e plural, deve corresponder também uma comunicação social que respeite os mais elementares princípios de pluralidade democrática e que não se limite à cobertura da iniciativa e propaganda do Governo PS e da vida interna do PSD como aconteceu durante este último mês».
O Partido declara que «não se conforma», protesta «contra o deliberado silenciamento do PCP» por parte das televisões e exige que a RTP, a SIC e a TVI procedam «à cobertura, em igualdade de circunstâncias com as restantes forças políticas, da actividade e intervenção do PCP na sociedade portuguesa».