Prioridade à saúde!
A política de saúde do Governo PS está a ter consequências muito negativas no concelho de Cascais, acusa a Comissão Concelhia local do PCP. Os comunistas realçam, fundamentalmente, a constituição da parceria público-privada para o novo Hospital de Cascais, «entregando desde já a gestão do actual Centro Hospitalar ao grupo privado que vai gerir o futuro Hospital». O fecho do CATUS da Parede durante uma semana provocou o congestionamento das urgências do actual hospital de Cascais, acrescentam.
Mas não é tudo. A formação das novas unidades de saúde familiar em Alcabideche, Parede, São João do Estoril e São Domingos de Rana «está a obrigar a mobilidade de inúmeros utentes, que seguem os seus médicos de família, com elevados acréscimos de despesas ao nível dos transportes públicos». Apesar de todas estas «reformas», os comunistas lembram que milhares de utentes continuam sem médico de família. Só na Parede há 19 mil utentes nessa situação.
A Comissão Concelhia de Cascais defende que o Hospital Conde de Castro Guimarães seja transformado num hospital de retaguarda, rejeitando que o Hospital José de Almeida na Parede se torne numa unidade hoteleira, como propôs a maioria PSD/PP que dirige a autarquia. Do Governo, o PCP exige que mantenha abertas as Urgências da Parede durante a semana e que dote os vários centros de Saúde «com os necessários meios humanos e materiais, de forma a colmatar as várias carências detectadas».
No dia 30, a Comissão de Freguesia da Parede do PCP promoveu uma concentração em defesa do Serviço Nacional de Saúde, com a participação de 60 pessoas.
Mas não é tudo. A formação das novas unidades de saúde familiar em Alcabideche, Parede, São João do Estoril e São Domingos de Rana «está a obrigar a mobilidade de inúmeros utentes, que seguem os seus médicos de família, com elevados acréscimos de despesas ao nível dos transportes públicos». Apesar de todas estas «reformas», os comunistas lembram que milhares de utentes continuam sem médico de família. Só na Parede há 19 mil utentes nessa situação.
A Comissão Concelhia de Cascais defende que o Hospital Conde de Castro Guimarães seja transformado num hospital de retaguarda, rejeitando que o Hospital José de Almeida na Parede se torne numa unidade hoteleira, como propôs a maioria PSD/PP que dirige a autarquia. Do Governo, o PCP exige que mantenha abertas as Urgências da Parede durante a semana e que dote os vários centros de Saúde «com os necessários meios humanos e materiais, de forma a colmatar as várias carências detectadas».
No dia 30, a Comissão de Freguesia da Parede do PCP promoveu uma concentração em defesa do Serviço Nacional de Saúde, com a participação de 60 pessoas.