Garantir o futuro
O PCP exige do Governo mais investimentos públicos no Nordeste
A assembleia, que teve como lema «Um PCP mais forte para o Nordeste ganhar futuro» contou com a participação de Albano Nunes, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central. No decorrer dos trabalhos, os delegados fizeram uma análise ao trabalho realizado nos últimos anos, a partir da prestação de contas efectuado pela Direcção Regional que ali cessou funções.
Foram ainda definidas as grandes linhas de orientação política para os próximos anos, tendo sido aprovadas medidas de reforço da organização e da influência do Partido no distrito. A resolução política foi aprovada por unanimidade, assim como uma moção que exigia do Governo a adopção de quatro medidas urgentes para o distrito: a defesa e manutenção dos cuidados de saúde primários e hospitalares, garantindo assim a aplicação do Serviço Nacional de Saúde na região; a suspensão imediata dos novo mapa judiciário que, a ser aplicado, encerrará cerca de uma dezena de tribunais no distrito, substituindo-os por «uma espécie de loja dos cidadão queixoso»; um plano de investimentos públicos, aproveitando as elevadas verbas disponíveis pelo QREN, criando empregos estáveis e com direitos; a suspensão imediata da proposta do Governo PS de alteração ao Código do Trabalho.
No encerramento, Albano Nunes afirmou que é necessário um Partido mais forte e interveniente para organizar a resistência à política de direita, que considerou hostilizar os valores e conquistas de Abril, ao pôr em causa a democracia, os direitos dos trabalhadores e a própria soberania do País. O dirigente do PCP sublinhou ainda a importância das próximas lutas, com um especial destaque para a jornada de 5 de Junho, em Lisboa. Relativamente ao XVIII Congresso do Partido, que se realiza no final do ano, Albano Nunes destacou a sua importância e objectivos, realçando a necessidade de envolver todos os militantes na sua preparação e realização.
A nova Direcção da Organização Regional ficou composta por 25 elementos, o que representa um importante reforço de 10 membros. Destes, quatro têm menos de 30 anos.
Foram ainda definidas as grandes linhas de orientação política para os próximos anos, tendo sido aprovadas medidas de reforço da organização e da influência do Partido no distrito. A resolução política foi aprovada por unanimidade, assim como uma moção que exigia do Governo a adopção de quatro medidas urgentes para o distrito: a defesa e manutenção dos cuidados de saúde primários e hospitalares, garantindo assim a aplicação do Serviço Nacional de Saúde na região; a suspensão imediata dos novo mapa judiciário que, a ser aplicado, encerrará cerca de uma dezena de tribunais no distrito, substituindo-os por «uma espécie de loja dos cidadão queixoso»; um plano de investimentos públicos, aproveitando as elevadas verbas disponíveis pelo QREN, criando empregos estáveis e com direitos; a suspensão imediata da proposta do Governo PS de alteração ao Código do Trabalho.
No encerramento, Albano Nunes afirmou que é necessário um Partido mais forte e interveniente para organizar a resistência à política de direita, que considerou hostilizar os valores e conquistas de Abril, ao pôr em causa a democracia, os direitos dos trabalhadores e a própria soberania do País. O dirigente do PCP sublinhou ainda a importância das próximas lutas, com um especial destaque para a jornada de 5 de Junho, em Lisboa. Relativamente ao XVIII Congresso do Partido, que se realiza no final do ano, Albano Nunes destacou a sua importância e objectivos, realçando a necessidade de envolver todos os militantes na sua preparação e realização.
A nova Direcção da Organização Regional ficou composta por 25 elementos, o que representa um importante reforço de 10 membros. Destes, quatro têm menos de 30 anos.