Porto lança acção contra a precariedade
A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP lançou no dia 16 a caravana em defesa do trabalho com direitos. Com esta acção, os comunistas do Porto vão percorrer os 18 concelhos do distrito, contactando com os trabalhadores.
O documento que será distribuído nas acções realizadas no âmbito desta campanha assenta em três vectores: caracterização da situação económica e social do distrito e dos responsáveis pelas políticas que conduziram a esta situação; divulgação das propostas do PCP para o distrito e para o País; afirmação do PCP como partido indispensável à mudança de políticas.
Os comunistas realçam que o distrito do Porto se encontra mergulhado numa crise económica e social grave. Os dados oficiais são reveladores: o salário médio no distrito do Porto é 43 euros inferior ao salário médio nacional; a taxa de desemprego na região Norte situa-se nos 9,4 por cento; 50 por cento dos desempregados não têm acesso ao subsidio de desemprego; há mais de meio milhão de reformados com pensões de 236,27 euros.
Também a precariedade aumentou de forma significativa e o Governo pretende generalizá-la e legalizá-la. Uma das empresas que mais apoios recebe do Governo no distrito, a Quimonda, tem 80 por cento dos trabalhadores em situação precária, acusa o PCP.
Ao mesmo tempo, realça a DORP do PCP, as grandes empresas do distrito somam lucros astronómicos, continuando a pagar pouco mais do que o salário mínimo aos trabalhadores. São os exemplos da Sonae, Soares da Costa ou Mota-Engil.
O documento que será distribuído nas acções realizadas no âmbito desta campanha assenta em três vectores: caracterização da situação económica e social do distrito e dos responsáveis pelas políticas que conduziram a esta situação; divulgação das propostas do PCP para o distrito e para o País; afirmação do PCP como partido indispensável à mudança de políticas.
Os comunistas realçam que o distrito do Porto se encontra mergulhado numa crise económica e social grave. Os dados oficiais são reveladores: o salário médio no distrito do Porto é 43 euros inferior ao salário médio nacional; a taxa de desemprego na região Norte situa-se nos 9,4 por cento; 50 por cento dos desempregados não têm acesso ao subsidio de desemprego; há mais de meio milhão de reformados com pensões de 236,27 euros.
Também a precariedade aumentou de forma significativa e o Governo pretende generalizá-la e legalizá-la. Uma das empresas que mais apoios recebe do Governo no distrito, a Quimonda, tem 80 por cento dos trabalhadores em situação precária, acusa o PCP.
Ao mesmo tempo, realça a DORP do PCP, as grandes empresas do distrito somam lucros astronómicos, continuando a pagar pouco mais do que o salário mínimo aos trabalhadores. São os exemplos da Sonae, Soares da Costa ou Mota-Engil.