Compromisso de luta
Mais de cem delegados participaram, domingo, na 5.ª Assembleia do Sector Intelectual da Organização Regional de Lisboa do PCP.
O combate à intensificação da exploração é uma prioridade
A encerrar a Assembleia, Jerónimo de Sousa felicitou os membros do sector «pelo êxito desta realização, pelo sério trabalho de Partido que ela representa, pelas suas conclusões, em particular no que elas traduzem de firme compromisso em organizar a luta dos intelectuais, em contribuir para o alargamento da influência do PCP». E logo sublinhou o facto de a assembleia ter destacado e analisado insuficiências de trabalho ao mesmo tempo que valorizou justamente realizações e progressos, «como é próprio de comunistas».
Mais adiante, o secretário-geral do PCP realçou a importância de reforçar a luta dos intelectuais, «parte integrante da tarefa de ampliar a frente social de oposição e luta à situação actual». E, remetendo para a resolução política entretanto aprovada, a «situação nas actividades e profissões que integram as camadas intelectuais não tem deixado de se agravar, seja no plano social, seja pelas políticas postas em prática nas áreas da Educação e do Ensino, da Ciência, Tecnologia e Investigação, da Cultura, da Justiça, da Comunicação Social». Os intelectuais, afirmou, constituem hoje uma camada substancial dos trabalhadores.
Para além da resolução política, foram também aprovadas linhas de acção prioritárias para a acção do Partido no sector. O combate às «mais diversas formas de intensificação da exploração da força de trabalho» é uma destas prioridades. Isto exige a difusão das posições do Partido e a tomada de posição dos intelectuais comunistas acerca do retrocesso que constitui a alteração proposta pelo Governo ao Código do Trabalho e a mobilização dos trabalhadores intelectuais para a manifestação nacional do próximo dia 5 de Junho.
São também prioridades do Sector Intelectual de Lisboa do PCP a luta pela melhoria dos salários, contra a precariedade e o desemprego, a luta em defesa dos direitos e liberdades democráticas e a mobilização dos trabalhadores intelectuais na luta contra o desmantelamento do Estado e das funções sociais por este desempenhadas.
Intensificar a intervenção
Para os intelectuais comunistas do distrito de Lisboa, a «ligação às massas é a principal fonte de força do Partido e deve ser um objectivo sempre presente da nossa actividade». Isto requer, afirma-se no documento aprovado, uma atenção constante, pois «novas realidades, dinâmicas e potencialidades de luta podem surgir nas áreas de intervenção» do sector.
Aos intelectuais comunistas cabe ainda um «importante e insubstituível papel na animação e dinamização de organizações de massas, incluindo sindicatos, ordens e outras associações de cariz sócio-profissional, associações científicas e outras associações e movimentos com fins específicos». A acção dos comunistas nestas organizações faz-se com a «consciência de que o reforço da intervenção e da influência destas estruturas é inseparável do reforço do seu carácter unitário».
No documento, salienta-se que «uma acção eficaz exige um reforço da organização, para uma elevação da participação dos intelectuais comunistas». E exige, também, «meios para chegar junto de outros intelectuais, com a afirmação própria e oportuna das posições do Partido».
Para além destas linhas de carácter geral, foram ainda aprovadas prioridades de acção em áreas específicas como a educação, o ensino superior e investigação, cultura artística, justiça e comunicação social.
A resolução política, as linhas de acção e a direcção foram aprovadas por unanimidade.
Mais adiante, o secretário-geral do PCP realçou a importância de reforçar a luta dos intelectuais, «parte integrante da tarefa de ampliar a frente social de oposição e luta à situação actual». E, remetendo para a resolução política entretanto aprovada, a «situação nas actividades e profissões que integram as camadas intelectuais não tem deixado de se agravar, seja no plano social, seja pelas políticas postas em prática nas áreas da Educação e do Ensino, da Ciência, Tecnologia e Investigação, da Cultura, da Justiça, da Comunicação Social». Os intelectuais, afirmou, constituem hoje uma camada substancial dos trabalhadores.
Para além da resolução política, foram também aprovadas linhas de acção prioritárias para a acção do Partido no sector. O combate às «mais diversas formas de intensificação da exploração da força de trabalho» é uma destas prioridades. Isto exige a difusão das posições do Partido e a tomada de posição dos intelectuais comunistas acerca do retrocesso que constitui a alteração proposta pelo Governo ao Código do Trabalho e a mobilização dos trabalhadores intelectuais para a manifestação nacional do próximo dia 5 de Junho.
São também prioridades do Sector Intelectual de Lisboa do PCP a luta pela melhoria dos salários, contra a precariedade e o desemprego, a luta em defesa dos direitos e liberdades democráticas e a mobilização dos trabalhadores intelectuais na luta contra o desmantelamento do Estado e das funções sociais por este desempenhadas.
Intensificar a intervenção
Para os intelectuais comunistas do distrito de Lisboa, a «ligação às massas é a principal fonte de força do Partido e deve ser um objectivo sempre presente da nossa actividade». Isto requer, afirma-se no documento aprovado, uma atenção constante, pois «novas realidades, dinâmicas e potencialidades de luta podem surgir nas áreas de intervenção» do sector.
Aos intelectuais comunistas cabe ainda um «importante e insubstituível papel na animação e dinamização de organizações de massas, incluindo sindicatos, ordens e outras associações de cariz sócio-profissional, associações científicas e outras associações e movimentos com fins específicos». A acção dos comunistas nestas organizações faz-se com a «consciência de que o reforço da intervenção e da influência destas estruturas é inseparável do reforço do seu carácter unitário».
No documento, salienta-se que «uma acção eficaz exige um reforço da organização, para uma elevação da participação dos intelectuais comunistas». E exige, também, «meios para chegar junto de outros intelectuais, com a afirmação própria e oportuna das posições do Partido».
Para além destas linhas de carácter geral, foram ainda aprovadas prioridades de acção em áreas específicas como a educação, o ensino superior e investigação, cultura artística, justiça e comunicação social.
A resolução política, as linhas de acção e a direcção foram aprovadas por unanimidade.