E agora?
Bancos, Bolsas, Seguradoras, grandes grupos financeiros e quejandos apresentam já «a crise» como facto assente. Governos e instituições supra governamentais afadigam-se em demonstrar solicitude para «reduzir os perigos da situação». Até a SEDES desenterrou os seus pergaminhos para anunciar sorumbaticamente que Portugal poderá estar à beira de uma grave «crise social».
Com efeito, este início do século 21 exibe os traços de inauditos retrocessos. que levaram ao aprofundamento das assimetrias entre países ricos imperialistas e países dependentes e ao agravamento das contradições de classe em todo o mundo. Basta ver como à sombra da crise, florescem os lucros de bancos, bolsas e empresas monopolistas, pois a crise é também processo de acelerar a concentração do capital, na grande cruzada de recuperação capitalista em curso no mundo.
O que se está passando confirma, afinal, que o desenvolvimento económico, como base para um correspondente desenvolvimento social, não é possível nos marcos do capitalismo. Pressuposto para tal desenvolvimento é a existência de um novo poder, em mãos das classes emergentes da sociedade, as classes trabalhadoras, capazes de empreender, a partir da legitimidade alcançada na luta por um novo ordenamento social e político, as transformações estruturais necessárias a esta etapa da vida da humanidade. Ou seja: uma organização socialista da sociedade.
Significa isso que um novo surto revolucionário está iminente? Ainda não.
Significa, entretanto, que se evidenciam os sinais de que o imperialismo não é invencível.
Na luta pelo socialismo não se podem captar apenas os sinais da ofensiva do imperialismo. É preciso perceber as potencialidades revolucionárias que as próprias contradições inerentes ao capitalismo vão criando.
O imperialismo pretendeu impor a ideia de que o socialismo e a revolução sofreram um golpe fatal com a derrota das primeiras experiências de construção do socialismo. Proclamaram o «fim da história», decretaram já não haver condições para a luta revolucionária. Esse ambiente não está ainda totalmente superado. Não está ainda plenamente configurada a correlação de forças que levará a humanidade a retomar nas suas mãos o caminho da História. Mas vivemos um recomeço das lutas de classe, que são condição indispensável para novos avanços na luta contra o Capital e a sua versão imperialista.
Para nós, comunistas, a luta pelo socialismo continua na ordem do dia.
Porque o socialismo não é «uma utopia» dos comunistas. Corresponde, sim, a uma necessidade objectiva da sociedade, na fase actual do seu desenvolvimento histórico.
Com efeito, este início do século 21 exibe os traços de inauditos retrocessos. que levaram ao aprofundamento das assimetrias entre países ricos imperialistas e países dependentes e ao agravamento das contradições de classe em todo o mundo. Basta ver como à sombra da crise, florescem os lucros de bancos, bolsas e empresas monopolistas, pois a crise é também processo de acelerar a concentração do capital, na grande cruzada de recuperação capitalista em curso no mundo.
O que se está passando confirma, afinal, que o desenvolvimento económico, como base para um correspondente desenvolvimento social, não é possível nos marcos do capitalismo. Pressuposto para tal desenvolvimento é a existência de um novo poder, em mãos das classes emergentes da sociedade, as classes trabalhadoras, capazes de empreender, a partir da legitimidade alcançada na luta por um novo ordenamento social e político, as transformações estruturais necessárias a esta etapa da vida da humanidade. Ou seja: uma organização socialista da sociedade.
Significa isso que um novo surto revolucionário está iminente? Ainda não.
Significa, entretanto, que se evidenciam os sinais de que o imperialismo não é invencível.
Na luta pelo socialismo não se podem captar apenas os sinais da ofensiva do imperialismo. É preciso perceber as potencialidades revolucionárias que as próprias contradições inerentes ao capitalismo vão criando.
O imperialismo pretendeu impor a ideia de que o socialismo e a revolução sofreram um golpe fatal com a derrota das primeiras experiências de construção do socialismo. Proclamaram o «fim da história», decretaram já não haver condições para a luta revolucionária. Esse ambiente não está ainda totalmente superado. Não está ainda plenamente configurada a correlação de forças que levará a humanidade a retomar nas suas mãos o caminho da História. Mas vivemos um recomeço das lutas de classe, que são condição indispensável para novos avanços na luta contra o Capital e a sua versão imperialista.
Para nós, comunistas, a luta pelo socialismo continua na ordem do dia.
Porque o socialismo não é «uma utopia» dos comunistas. Corresponde, sim, a uma necessidade objectiva da sociedade, na fase actual do seu desenvolvimento histórico.