«Solidariedade com a Voz do Operário»
A «Voz do Operário» comemorou, ontem, 125 anos de existência. Com o objectivo de consciencializar a sociedade e o Ministério da Educação da acção e problemas desta instituição, iniciou-se uma campanha sob o lema «Solidariedade com a Voz do Operário».
A actividade da Voz do Operário é para o bem da sociedade
Na conferência de imprensa de apresentação do programa das comemorações, António Modesto Navarro, presidente da direcção da «Voz do Operário», começou por lembrar que o Ministério da Educação, por «questões burocráticas e administrativas», suspendeu em 2003 os apoios às despesas de ensino das famílias carenciadas, provocando um prejuízo de 800 mil euros para a associação.
Na ocasião, admitiu que a «Voz do Operário» está a tentar reformular os contratos com o Ministério da Educação mas a «resposta é nula», o que poderá levar à «anulação das actividades» da instituição nalgumas áreas de trabalho.
«A actividade da Voz do Operário é para o bem da sociedade», afirmou António Modesto Navarro, salientando que «o Ministério da Educação está numa atitude de cegueira que conduz à asfixia da Voz do Operário».
A campanha «Solidariedade para com a Voz do Operário» visa por isso arrecadar quinhentos mil euros para remodelar e modernizar as infra-estruturas da associação.
António Modesto Navarro diz que não se trata de «pedir esmola» mas sim de captar a «atenção e a solidariedade» da sociedade para vencer a falta de apoios do Ministério da Educação.
A Voz do Operário comemora 125 anos e, actualmente, tem uma importante função educativa dando instrução a 457 crianças e jovens, mas também de solidariedade social para com idosos e doentes fornecendo-lhes momentos de lazer e um acesso fácil à saúde.
Programa de festa
Ontem, as comemorações dos 125 anos iniciaram-se com a venda de jornais com informações relativas à história, a associação e a sua actividade educativa, social e cultural.
Realizou-se ainda, da parte da tarde, uma sessão solene presidida pelo presidente da República, Jaime Gama. Ali, foi homenageada a Fundação Calouste Gulbenkian, representada por Rui Vilar, pelo seu papel social e apoio prestado à «Voz do Operário» no financiamento da remodelação dos espaços, nomeadamente com a construção do Edifício «Gulbenkian», onde funciona a creche, jardim-de-infância e um pavilhão multiusos.
As comemorações continuam no sábado, dia 16, Sábado, às 20 horas com um jantar de solidariedade e convívio musical onde a vida da «Voz do Operário» é representada pelos vários alunos das escolas desta associação.
Até ao dia 17 de Dezembro vão ainda programadas várias outras iniciativas. No dia 8 de Março, por exemplo, realizar-se-á uma «Grande Noite do Fado» e no dia 10 de Abril uma «exposição/venda de artes plásticas».
A estreia da peça de teatro «Omnisciências» está programada para Maio e, entre os dias 21 e 25, vai acontecer o «Festival Internacional de Tango Argentino».
Para além das marchas infantis, do arraial popular e de um espectáculo para crianças, em Junho, no mês de Setembro está programado o lançamento de um livro de «Crónicas de Eugénia Cunhal».
Segue-se, em Outubro, no dia 4, a iniciativa «O Fado homenageia a Voz do Operário» e, em Dezembro, dia 17, a peça de teatro musical «Os Operários de Notal».
Na ocasião, admitiu que a «Voz do Operário» está a tentar reformular os contratos com o Ministério da Educação mas a «resposta é nula», o que poderá levar à «anulação das actividades» da instituição nalgumas áreas de trabalho.
«A actividade da Voz do Operário é para o bem da sociedade», afirmou António Modesto Navarro, salientando que «o Ministério da Educação está numa atitude de cegueira que conduz à asfixia da Voz do Operário».
A campanha «Solidariedade para com a Voz do Operário» visa por isso arrecadar quinhentos mil euros para remodelar e modernizar as infra-estruturas da associação.
António Modesto Navarro diz que não se trata de «pedir esmola» mas sim de captar a «atenção e a solidariedade» da sociedade para vencer a falta de apoios do Ministério da Educação.
A Voz do Operário comemora 125 anos e, actualmente, tem uma importante função educativa dando instrução a 457 crianças e jovens, mas também de solidariedade social para com idosos e doentes fornecendo-lhes momentos de lazer e um acesso fácil à saúde.
Programa de festa
Ontem, as comemorações dos 125 anos iniciaram-se com a venda de jornais com informações relativas à história, a associação e a sua actividade educativa, social e cultural.
Realizou-se ainda, da parte da tarde, uma sessão solene presidida pelo presidente da República, Jaime Gama. Ali, foi homenageada a Fundação Calouste Gulbenkian, representada por Rui Vilar, pelo seu papel social e apoio prestado à «Voz do Operário» no financiamento da remodelação dos espaços, nomeadamente com a construção do Edifício «Gulbenkian», onde funciona a creche, jardim-de-infância e um pavilhão multiusos.
As comemorações continuam no sábado, dia 16, Sábado, às 20 horas com um jantar de solidariedade e convívio musical onde a vida da «Voz do Operário» é representada pelos vários alunos das escolas desta associação.
Até ao dia 17 de Dezembro vão ainda programadas várias outras iniciativas. No dia 8 de Março, por exemplo, realizar-se-á uma «Grande Noite do Fado» e no dia 10 de Abril uma «exposição/venda de artes plásticas».
A estreia da peça de teatro «Omnisciências» está programada para Maio e, entre os dias 21 e 25, vai acontecer o «Festival Internacional de Tango Argentino».
Para além das marchas infantis, do arraial popular e de um espectáculo para crianças, em Junho, no mês de Setembro está programado o lançamento de um livro de «Crónicas de Eugénia Cunhal».
Segue-se, em Outubro, no dia 4, a iniciativa «O Fado homenageia a Voz do Operário» e, em Dezembro, dia 17, a peça de teatro musical «Os Operários de Notal».